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    Saiba quem era homem morto durante emboscada em academia do PR; vítima deixou filho de 6 anos

    1 day ago

    Homem é assassinado em academia do PR após emboscada em estacionamento O homem que morreu após ser esfaqueado em uma academia de Londrina, no norte do Paraná, foi identificado como David Schmidt Prado, de 37 anos. Segundo familiares, ele deixou um filho de seis anos. Segundo a Polícia Civil, David foi vítima de uma emboscada motivada por ciúmes e câmeras de segurança do estabelecimento registraram o crime. Assista acima. Lucas Wancler Ferreira dos Santos foi preso em flagrante por homicídio qualificado por meio cruel e pela dificuldade de defesa da vítima. No depoimento, ele permaneceu em silêncio. Clique aqui para ler a manifestação da defesa na íntegra. ✅ Siga o canal do g1 Londrina no WhatsApp David trabalhava no setor administrativo de uma rede de postos de combustíveis em Londrina. A família dele é de Cornélio Procópio, cidade a 67 km de distância. O velório de David vai acontecer na mesma cidade e está previsto para começar às 20h. A expectativa é de que o sepultamento ocorra às 8h de quarta-feira (7), no Cemitério de Cornélio Procópio. David Schmidt Prado, de 37 anos, morreu após ser esfaqueado dentro de uma academia de Londrina. Cedida/Família Leia também: Desaparecimento: Jovem que passou cinco dias perdido no Pico Paraná quer comer picanha com vinho após receber alta hospitalar: 'Única coisa que eu estava pensando' Tragédia: Família de criança que morreu após BMW ser atravessada por guard rail é de Maringá e estava voltando do litoral de SC Investigação: Polícia é acionada para descarte irregular em calçada e encontra corpo dentro de sofá abandonado, no PR Dinâmica do assassinato O delegado Vitor Dutra explicou que David "teria tido um caso" com a companheira de Lucas, como apontou a apuração. Não foram divulgados mais detalhes sobre o caso. Conforme o relatório da polícia, as imagens mostram Lucas sentado no estacionamento da academia, mexendo no celular, às 18h41 desta segunda-feira (5). Quando David passou por ele, saindo do treino, Lucas se levantou e colocou a faca nas costas enquanto se aproximava. Os dois conversaram brevemente antes de David ser ferido pelo primeiro golpe. Apesar de tentar fugir, foi atingido cinco vezes no total: quatro enquanto estava no estacionamento e uma depois de pular a catraca e buscar ajuda na academia. Momento em que Lucas aborda David e esconde a faca atrás do corpo. Reprodução O relatório da polícia ainda cita que, enquanto David "clamava por socorro e por atendimento médico", Lucas ficou "observando por vários segundos o sofrimento imposto, sem prestar qualquer auxílio". Um policial militar que estava de folga, treinando no local, rendeu Lucas e impediu que as agressões continuassem. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) foi à academia, mas David não resistiu aos ferimentos e morreu. A Polícia Militar (PM-PR) esteve no estabelecimento, conduziu Lucas à delegacia e apreendeu a faca usada no homicídio. O corpo de David foi recolhido pela Polícia Científica de Londrina. O caso segue em investigação. Lucas foi preso e permaneceu em silêncio durante o depoimento. Reprodução O que diz a defesa Em nota, a advogada Thais Indiara Pereira dos Santos, que representa Lucas, disse ainda trata-se de uma investigação inicial. Leia na íntegra: "Em relação aos fatos recentemente divulgados, a defesa técnica esclarece que o caso encontra-se em fase absolutamente inicial de apuração, ainda pendente de análise judicial e produção completa de provas. Neste momento, qualquer juízo definitivo sobre autoria, motivação ou enquadramento jurídico revela-se precipitado e incompatível com o devido processo legal. A defesa acompanha os atos investigativos, confia no trabalho das autoridades constituídas e exercerá plenamente o contraditório e a ampla defesa no momento e no local adequados, que são os autos do processo. A defesa não concorda com a divulgação e utilização de provas ou conteúdos vazados dos autos, tais como interrogatórios, imagens ou registros do local dos fatos, por entender que a exposição indevida de elementos probatórios compromete a regularidade da investigação, o direito de defesa e a própria lisura do processo penal. Reitera-se que o respeito às garantias constitucionais, especialmente à presunção de inocência e ao direito ao silêncio, é essencial para a condução equilibrada e justa de casos de alta repercussão social." Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias da região em g1 Norte e Noroeste.
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