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    Menino de 10 anos diz ter engolido caco de vidro durante merenda em escola estadual de Uberlândia; Secretaria de Educação apura

    2 days ago

    Escola Estadual Dona Alexandra Pedreiro, em Uberlândia Google Street View/Reprodução Um aluno de 10 anos foi levado pela família ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) após a suspeita dele ter ingerido caco de vidro encontrado na merenda servida na Escola Estadual Dona Alexandra Pedreiro, no bairro Santa Luzia, em Uberlândia. A situação relatada pela família ocorreu na segunda-feira (22) e está sendo apurado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG). A secretaria informou que enviará uma equipe de inspeção à escola para verificar as circunstâncias do caso. Leia a nota na íntegra ao final da reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a mãe da criança, Layanne Lima de Oliveira, três alunos teriam encontrado fragmentos de vidro na merenda durante o recreio, enquanto faziam a refeição. De acordo com ela, um dos estudantes percebeu um pequeno caco na boca e interrompeu a refeição. Outro colega encontrou um fragmento maior no prato e entregou o material à supervisora da escola. Já o filho dela afirmou ter sentido algo enquanto engolia a comida. Após o episódio, segundo ela, o filho chegou em casa com um arranhão na boca. "Na hora que ele chegou em casa, ele estava com o céuzinho da boca, próximo do dentinho, com arranhão, que foi da hora que ele mastigou, mas graças a Deus não precisou dar ponto, nem nada", relatou ao g1. Ainda conforme a mãe, os alunos acreditam que os cacos de vidro estavam na carne moída servida no almoço. Preocupada com a possibilidade de o filho ter ingerido vidro, a família o levou ao HC-UFU. Ainda de acordo com Layanne, o menino passou por uma endoscopia, mas o exame não identificou o fragmento no organismo da criança, nem outras complicações. Apesar do resultado, a família segue apreensiva e monitorando a criança pelas próximas horas. "Até o momento ele não evacuou, porque está com medo. Como pode sair pelas fezes, ele fica com medo e ainda não conseguiu. Se isso não acontecer, vamos precisar voltar ao hospital", relatou. LEIA TAMBÉM: Mãe coloca gravador na mochila e denuncia suposto crime de maus-tratos em escola Estudante com autismo tem crise na escola e mãe denuncia truculência da PM Mãe questiona postura da escola A mulher afirma que os pais não foram comunicados oficialmente sobre o ocorrido pela direção da escola e a família só ficou sabendo quando o menino chegou em casa e relatou. "O meu menino sentiu quando ele engoliu e, na hora, que entregaram o caco grande que encontraram para a supervisora, a supervisora só mandou ele trocar o prato para continuar comendo. Mas. com o susto, ele parou de comer na hora, e não foi tomada nenhuma providência", questionou a mulher. Uma tia do estudante procurou a direção da escola em busca de explicações enquanto Layanne acompanhava o filho no atendimento médico. Segundo os familiares, a diretora informou que ouviu as funcionárias da cozinha para tentar identificar a origem do fragmento. O que diz o Estado "A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) informa que a direção da Escola Estadual Dona Alexandra Pedreiro, em Uberlândia, adotou as providências necessárias assim que foi notificada sobre o ocorrido. Importante ressaltar que, no momento da refeição, nenhum estudante ou servidor relatou ter ingerido qualquer tipo de fragmento. A Superintendência Regional de Ensino (SRE) de Uberlândia acompanha a situação e enviará uma equipe de inspeção à unidade escolar para verificar as circunstâncias do caso e apurar os fatos e seus desdobramentos. A SEE/MG reforça que segue rigorosamente os protocolos relacionados à alimentação escolar e que eventuais medidas complementares serão adotadas conforme o resultado da apuração." A reportagem procurou a Polícia Militar (PM) para saber se houve registro da ocorrência. A corporação orientou que os esclarecimentos fossem solicitados ao Estado, por meio da Superintendência Regional de Ensino. A Polícia Civil também foi procurada e, até a última atualização desta reportagem, não havia retornado. Segundo mãe de aluno, cacos foram encontrados na merenda da Escola Estadual Dona Alexandra Pedreiro Redes sociais/Reprodução VEJA TAMBÉM: Família denuncia maus-tratos contra criança autista em escola Família denuncia maus-tratos contra criança autista em escola VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
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