Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Menina de quatro anos vence câncer raro após três transplantes: 'tinha o desejo de tocar o sino da vitória em Teresina', diz mãe

    3 months ago

    Menina de quatro anos vence câncer raro após três transplantes A pequena Luna Rafaelle, de quatro anos, tocou o sino da vitória na sexta-feira (6), após conseguir vencer um câncer raro no cóccix, diagnosticado aos dois anos. Durante o tratamento, além das quimioterapias, a menina enfrentou cinco cirurgias e três Transplantes de Medula Óssea (TMO). Após tocar o sino que simboliza a vitória na luta contra a doença, familiares da menina fizeram uma carreata e percorreram ruas de Teresina para comemorar a cura de Luna. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Francisca Sousa, mãe da menina, contou ao g1 que a menina já havia tocado o sino no Hospital de Amor de Barretos, em São Paulo, onde fez parte do tratamento, mas que as duas tinham o desejo de repetir o ato em Teresina, com a presença de outros familiares e amigos. Menina de quatro anos vence câncer raro e familiares fazem carreata para comemorar cura Arquivo pessoal "A gente tinha o desejo no coração de tocar o sino em Teresina. Ela tocou o sino em São Paulo, mas só estava eu, ela e Deus. Um dia falei para a médica que queria tocar o sino aqui, e aí na sexta-feira a gente tocou o sino e comemorou a cura dela aqui", contou a mãe de Luna. A carreata saiu do hospital São Marcos e percorreu pontos da capital até o Dirceu, na Zona Sudeste de Teresina, onde a família mora. Com a vitória, Luna poderá realizar o grande sonho de frequentar a escola. Durante o tratamento contra a doença, a menina não conseguia ter uma rotina escolar. Diagnóstico aos dois anos Menina de quatro anos vence câncer raro e familiares fazem carreata para comemorar cura Arquivo pessoal Francisca Sousa relatou que médicos notaram um nódulo no cóccix da menina ainda antes do nascimento, durante uma ultrassonografia morfológica. Após o nascimento, uma biópsia constatou que o nódulo era benigno. Dois anos depois, durante exames de rotina, a equipe médica percebeu a presença de um novo tumor no local, dessa vez maligno. A partir do diagnóstico, a menina iniciou uma dura jornada até a cura. "Daí começamos todo os processos de quimioterapias e cirurgias. As quimios davam um bom resultado, mas não davam a cura, [o tumor] sempre voltava. Aí o hospital aqui em Teresina me chamou para alertar sobre a gravidade, já que mesmo com os bons resultados, voltava", iniciou. "Os médicos disseram que iriam o caso dela para um estudo fora do Piauí. O Hospital de Amor de Barretos aceitou o caso dela, e aí fomos com urgência para São Paulo", completou a mulher. Francisca relatou que as expectativas não eram boas, já que o câncer crescia rapidamente. Luna iniciou um novo tratamento e logo fez um transplante de medula óssea autólogo, com o uso das células-tronco da própria paciente. O processo foi repetido outras duas vezes. Segundo ela, o terceiro transplante foi feito em dezembro de 2024. As células cancerígenas desapareceram e a criança entrou em remissão desde então. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Jovem furta carro para 'curtir o fim de semana' e capota veículo em Governador Valadares
    Artigo Seguinte
    Inmet emite alerta de chuvas intensas para mais de 90 cidades da Bahia; veja lista

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário