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    Japa do PCC pede retirada da tornozeleira eletrônica à Justiça: 'tortura psicológica'

    8 hours ago

    Defesa de Karen de Moura Tanaka pediu retirada de monitoramento eletrônico Reprodução e Rede Amazônica Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como 'Japa' e investigada por lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), pediu à Justiça a revogação do uso da tornozeleira eletrônica. A defesa afirma que ela utiliza o equipamento há quase dois anos, o que transformou a medida em “instrumento de punição e tortura psicológica”. O Ministério Público (MP) é contra o pedido. Ela foi presa em fevereiro de 2024 com mais de R$ 1 milhão e US$ 50 mil. A prisão foi convertida em domiciliar por conta do filho que teve com Wagner Ferreira da Silva, o 'Cabelo Duro', de quem é viúva. Wagner foi executado em 2018 e era apontado como um dos principais chefes do PCC. Posteriormente, a prisão de Karen foi revogada e foram impostas medidas cautelares, como o monitoramento eletrônico. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Os advogados de Karen sustentaram que ela sempre esteve à disposição da Justiça e nunca descumpriu ordens durante o período de monitoramento. Eles alegam que, mesmo após o encerramento do inquérito, novas investigações foram abertas, prolongando o uso da tornozeleira. A defesa também pontuou que ela não foi denunciada até o momento. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "A manutenção dessa medida nessas condições, além de violenta e degradante, tem causado danos irreparáveis à vida pessoal, emocional e profissional da investigada, que tenta reconstruir sua rotina dentro dos limites impostos pela Justiça”, disse a defesa. Segundo os advogados, o tempo de monitoramento já supera em mais da metade a pena mínima prevista para lavagem de dinheiro, de três anos. O MP, no entanto, se manifestou pela manutenção da medida. O caso será avaliado pela Justiça. Investigada Viúva de chefe de facção executado é presa por lavagem de dinheiro no litoral de SP Matheus Croce/TV Tribuna O anúncio da prisão de Karen foi feito em fevereiro de 2024, durante a Operação Verão, pelo então secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, e pelo delegado-geral de São Paulo, Artur José Dian. De acordo com Dian, as investigações iniciadas em junho de 2023 apontam Japa como uma das principais responsáveis pela lavagem de dinheiro do tráfico de drogas na Baixada Santista. “Ela fazia a lavagem de dinheiro através de diversas empresas de 'laranjas'. Pegava esse dinheiro e o fazia circular. Os relatórios de informações financeiras levam a milhões de reais”, explicou o delegado-geral à época. Mandado foi cumprido na residência de Karen, na capital do estado Reprodução Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) mostra que uma empresa criada por Karen movimentou mais de R$ 35 milhões. Na ocasião, foram cumpridos três mandados de busca: em uma residência em Bertioga, em um escritório virtual usado para acordos de lavagem e no apartamento onde foi detida no Tatuapé, em São Paulo. Viúva de Cabelo Duro Viúva de chefe de facção executado é presa por lavagem de dinheiro no litoral de SP Divulgação/Polícia Civil e Reprodução Karen é viúva de 'Cabelo Duro', executado em 2018 e apontado como um dos principais chefes do PCC. Ele foi investigado por roubos em marinas de luxo e pelo assassinato de um policial militar. A polícia também apura se Wagner desviou dinheiro ou participou das mortes de outros dois integrantes da facção: Rogério Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano de Souza, o Paca. Segundo a Polícia Civil, Karen já havia se relacionado com outro integrante do PCC, conhecido como ‘Juan’, também executado em 2011. À época, a defesa dela afirmou desconhecer o envolvimento dos companheiros com o crime organizado.
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