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    Israel apoia 'ação enérgica' dos Estados Unidos na Venezuela, afirma Netanyahu

    1 week ago

    O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa ao lado do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em 29 de dezembro de 2025 REUTERS/Jonathan Ernst O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo (4) que Israel apoia uma forte ação dos Estados Unidos na Venezuela. A declaração aconteceu um dia após o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ter sido capturado pelo governo dos Estados Unidos no último sábado e ser levado a um centro de detenção norte-americano. 🔴AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias em tempo real ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Em relação à Venezuela, desejo expressar o apoio de todo o governo à decisão resoluta e à ação enérgica dos Estados Unidos para restaurar a liberdade e a justiça naquela região do mundo", disse Netanyahu na abertura de uma reunião de gabinete. No sábado (3), Netanyahu já havia parabenizado o presidente Donald Trump pela ação no país sul-americano. "Parabéns presidente Donald Trump pela sua liderança corajosa e histórica em prol da liberdade e da justiça. Saúdo a sua determinação e a brilhante atuação dos suas bravos soldados", escreveu no X. Reações de Coreia do Norte e China O dia seguinte à prisão de Maduro pelos EUA também foi de reações de países aliados à Venezuela. A Coreia do Norte, por exemplo, afirmou que os ataques dos Estados Unidos à Venezuela são a "forma mais grave de violação de soberania". O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano ainda disse que está atento à gravidade da atual situação no país sul-americano, causado pelo "ato de arbitragem dos EUA". "O incidente é mais um exemplo que confirma, claramente, mais uma vez, a natureza desonesta e brutal dos EUA", declararam. Para o governo norte-coreano, a situação atual na Venezuela causou uma "consequência catastrófica para a garantia da identidade da estrutura das relações regionais e internacionais". VEJA TAMBÉM: China pede que EUA libertem Maduro imediatamente Também neste domingo, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que Estados Unidos devem libertar imediatamente o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, e resolver a situação na Venezuela por meio de diálogo e negociação. O ministério afirmou em um comunicado em seu site que os Estados Unidos também deveriam garantir a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa, alegando que a deportação deles violou o direito e as normas internacionais. ➡️A China é uma das principais parceiras políticas e econômicas da Venezuela e, nos últimos anos, tem defendido publicamente que disputas internas no país devem ser resolvidas “pelo povo venezuelano, sem interferência externa”. Detido em Nova York O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou ao centro de detenção em Nova York no fim da noite deste sábado (3), após ser capturado por autoridades dos Estados Unidos. A prisão ocorreu durante a madrugada, em Caracas, de acordo com o governo americano. Mais cedo, Maduro foi conduzido sob custódia ao escritório da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), onde foi fichado. Um perfil oficial da Casa Branca no X divulgou as imagens do venezuelano escoltado por agentes. Em entrevista coletiva, o presidente Donald Trump disse que avalia os próximos passos para o país sul-americano. Ele ainda afirmou que os EUA pretendem conduzir o país por meio de um "grupo" que está em formação até uma transição de poder, sem detalhar prazos nem como esse arranjo funcionaria. Também neste sábado, a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, anunciou que Maduro será julgado pela Justiça americana em um tribunal de Nova York. Segundo Bondi, o líder venezuelano e a primeira-dama, Cilia Flores — também detida pelas autoridades americanas —, foram formalmente acusados dos seguintes crimes: Conspiração para narcoterrorismo; Conspiração para importação de cocaína; Posse de metralhadoras e dispositivos explosivos; Conspiração para posse de metralhadoras. LEIA TAMBÉM Lançadores de mísseis, navios para desembarque terrestre e submarino: o arsenal militar dos EUA na Venezuela; INFOGRÁFICO INFOGRÁFICO: como os EUA cercaram a Venezuela em operação que ameaça Maduro Venezuela declara emergência após ataque dos EUA
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