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    Estudantes em greve de USP, Unesp e Unicamp fazem ato até a sede do governo de SP e cobram melhorias em infraestrutura

    7 hours ago

    Além das reivindicações ligadas às universidades, os manifestantes afirmam que o ato também reúne críticas à privatização da Sabesp, das linhas da CPTM e do Metrô, à ampliação de pedágios do tipo free flow, à política habitacional do estado e ao aumento da violência policial nas periferias. Abraão Cruz/TV Globo Estudantes das universidades estaduais paulistas que estão em greve realizam na tarde desta quarta-feira (20) uma marcha até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo, para cobrar respostas da gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) a reivindicações de alunos e funcionários de USP, Unesp e Unicamp. Segundo os organizadores, a mobilização reúne pautas ligadas à infraestrutura universitária e contratação de funcionários para o Hospital Universitário da USP (leia mais abaixo). O ato começou com concentração no Largo da Batata, em Pinheiros, na Zona Oeste da capital, e reúne também movimentos sociais, sindicatos e coletivos ligados a pautas de moradia, transporte e direitos das mulheres. As universidades estaduais enfrentam paralisações em diferentes cursos e campi há cerca de um mês. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por volta das 14h45 os manifestantes ocupavam a calçada no Largo da Batata. A saída da marcha aconteceu às 16h15. Água e luz foram cortadas no prédio da reitoria da USP, invadido por estudantes em greve O trajeto previsto inclui as avenidas Brigadeiro Faria Lima, Cidade Jardim e Morumbi, com destino final no Palácio dos Bandeirantes (veja abaixo). Entre as pautas apresentadas pelos estudantes estão o aumento do auxílio permanência, melhorias nos bandejões e manutenção de estruturas dos campi. Os organizadores também criticam o fechamento de leitos e do pronto-socorro do Hospital Universitário. Além das reivindicações ligadas às universidades, os manifestantes afirmam que o ato também reúne críticas à privatização da Sabesp, das linhas da CPTM e do Metrô, à ampliação de pedágios do tipo free flow, à política habitacional do estado e ao aumento da violência policial nas periferias. Segundo a CET, o trajeto previsto da manifestação é: Largo da Batata Avenida Brigadeiro Faria Lima Avenida Cidade Jardim Ponte Cidade Jardim Avenida dos Tajurás Rua Engenheiro Oscar Americano Avenida Morumbi Palácio dos Bandeirantes No último dia 11, alunos e profissionais da USP, da Unesp e da Unicamp protestaram em frente ao prédio da Secretaria Estadual da Educação, na República, Centro de São Paulo. A Polícia Militar utilizou bomba de gás para dispersar os manifestantes. Os vereadores do União Brasil Rubinho Nunes e Adrilles Jorge compareceram ao ato e discutiram com os estudantes. Pelas imagens, é possível ver Rubinho dando chutes e levando socos. O vereador informou que foi ao hospital ecom suspeita de fratura no nariz. Já Adrilles tomou um chute na região da barriga. Vereador provocou estudantes e manifestantes antes de trocar socos e chutes durante protes Ocupação da reitoria Na madrugada de 10 de maio, a Polícia Militar retirou estudantes de uma ocupação na Reitoria da Universidade de São Paulo (USP), no campus do Butantã, Zona Oeste de SP. Segundo relatos de alunos, os agentes usaram escudos, cassetetes, bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo durante a operação surpresa e sem aviso prévio. Vídeos gravados pelos estudantes mostram os policias agredindo o grupo com os cassetetes (veja abaixo). De acordo com a assessoria de imprensa do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP, diversos estudantes ficaram feridos durante a ação policial. PM retira estudantes de ocupação na reitoria da USP em SP em ação durante a madrugada Ainda segundo o órgão, quatro alunos foram detidos e encaminhados ao 7º Distrito Policial, na região da Lapa e Vila Romana, Zona Oeste da capital paulista. A Reitoria da USP disse, por meio de nota, que a desocupação aconteceu sem comunicação prévia à entidade e que lamenta os episódios de violência ocorridos durante a ação da PM. "A USP repudia que a violência substitua o diálogo, a pluralidade de ideias e a convivência democrática como forma de avanço de pautas e solução de controvérsias e reforça que continuará atuando com responsabilidade institucional, buscando a pacificação do ambiente universitário", declarou. Por meio de nota, PM afirmou que 150 pessoas foram tiradas da reitoria e que a ação não teve feridos e foi gravada por câmeras operacionais portáteis dos policiais. Segundo a polícia, “eventuais denúncias de excesso serão rigorosamente apuradas”. “Após a desocupação, uma vistoria no espaço constatou os danos ao patrimônio público, entre eles a derrubada do portão de acesso, portas de vidro quebradas, carteiras escolares danificadas, mesas avariadas e danos à catraca de entrada. Ocupação da reitoria da USP, na Zona Oeste de SP Lívia Martins/TV Globo Greve nas universidades A greve reúne estudantes da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Na USP, estudantes do Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo (Crusp) afirmam que os prédios enfrentam problemas estruturais graves. A equipe da TV Globo esteve no Crusp na noite do dia 6 de maio e registrou várias luminárias queimadas, entre outros problemas estruturais devido à falta de manutenção. Há pisos, janelas, azulejos e canos velhos e quebrados. Quartos com mofo, infiltrações que não são resolvidas. Em uma cozinha coletiva, as luzes nem sequer acendem. Em uma outra, o fogão está com um vazamento de gás, e os alunos precisam desligar o registro geral embaixo da pia. Na Unesp, estudantes do Instituto de Artes, na Barra Funda, também aderiram à paralisação. Eles pedem a ampliação de serviços básicos no período noturno, como atendimento médico e funcionamento da biblioteca até o fim das aulas. A mobilização ganhou força após a morte da professora Sandra Regina Campos, que sofreu um mal súbito durante uma palestra realizada à noite na universidade, em 7 de abril. Segundo estudantes, os profissionais de saúde já haviam deixado o campus quando ela passou mal. O que dizem as universidades Em nota, a reitoria da USP lamentou a invasão e os danos ao patrimônio público. A Unesp afirmou que não foi procurada oficialmente por representantes do movimento estudantil, mas informou que as reivindicações serão discutidas na próxima segunda-feira em reunião do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas. Já a Unicamp disse que mantém diálogo contínuo com entidades estudantis e direções das unidades e afirmou que prioriza políticas de permanência estudantil, incluindo moradia, transporte e auxílios financeiros. Ato organizado por alunos da USP, Unesp e Unicamp saiu do Largo da Batata às 16h15 em direção ao Palácio dos Bandeirantes, com trajeto pelas avenidas Faria Lima, Cidade Jardim e Morumbi. Abraão Cruz/TV Globo
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