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    Dólar oscila, de olho em dados de emprego; Ibovespa cai

    há 12 horas

    Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar oscilava entre altas e baixas nesta sexta-feira (26), e tinha uma queda de 0,11% perto das 10h40, cotado a R$ 5,1717. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha um recuo de 0,40% no mesmo horário, aos 171.299 pontos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ Os novos dados do mercado de trabalho de maio são o destaque da sessão desta sexta-feira. Após a prévia da inflação brasileira ter indicado uma nova alta de preços em junho, os novos dados da Pnad indicaram uma leve queda da taxa de desemprego na comparação trimestral, de 5,8% para 5,6%. Em relação ao mesmo período do ano passado (6,2%), houve uma queda de 0,6 ponto percentual (p.p.). ▶️ No mercado acionário, o setor de tecnologia segue no centro das atenções. Bolsas globais têm sido penalizadas pela queda generalizada dos papéis do setor, em meio a dúvidas sobre a capacidade de retorno dessas empresas e diante dos altos gastos com inteligência artificial. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: +0,71%; Acumulado do mês: +3,16%; Acumulado do ano: -5,23%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +1,29%; Acumulado do mês: --1,89%; Acumulado do ano: +5,82%. Desemprego e inflação A taxa de desocupação ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio de 2026, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta sexta-feira (26) pelo IBGE. O índice teve uma leve queda frente ao trimestre encerrado em fevereiro deste ano, quando estava em 5,8%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, houve queda de 0,6 ponto percentual, quando estava em 6,2%. No trimestre encerrado em maio, o Brasil tinha 6,1 milhões de pessoas desempregadas. O número representa uma leve queda em relação ao trimestre anterior, encerrado em fevereiro (6,2 milhões). Na véspera, o IBGE informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial do país, subiu 0,41% em junho. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses alcançou 4,80%. Os dois indicadores ajudam o Banco Central a definir os próximos passos na condução da taxa básica de juros (Selic). E nos Estados Unidos? Os dados da inflação americana também segue no radar dos investidores, que continuam em busca de novos sinais sobre qual deve ser a postura do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), na próxima reunião de política monetária. Por lá, o índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês), medida de inflação acompanhada de perto pelo Fed, avançou 4,1% em maio, em linha com as expectativas do mercado. Foi a primeira vez em três anos que o indicador superou a marca de 4%. Mercados globais Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operam em queda nesta sexta-feira, com as fabricantes de chips sofrendo uma nova pressão de venda. Investidores já começaram a se questionar sobre as altas avaliações e as repercussões dos gastos maciços em inteligência artificial por parte das empresas. Perto das 10h40, o Dow Jones tinha queda de 0,41%, enquanto o S&P 500 caía 0,01% e o Nasdaq Composite tinha perdas de 0,95%. O dia também era negativo na Europa. Entre os principais índices, o DAX, da Alemanha, caía 1,53% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, perdia 0,88% e o FTSE 100, do Reino Unido, tinha queda de 1,02%. Na Ásia, as bolsas da região tiveram uma queda generalizada nesta sexta-feira, puxada pela onda de vendas no setor de tecnologia. O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen caiu, 3,03%. Já o índice de Xangai, o SSEC, fechou em queda de 2,26%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve perdas de 1,76%, enquanto o Nikkei, do Japão, recuou 4,15% e o Kospi, da Coréia do Sul, teve uma desvalorização de 5,81%. *Com informações da agência de notícias Reuters. Cédulas de dólar Pexels
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