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    Cadeiras fixas na praia, consumação mínima e R$ 800 por 'day use': veja abusos contra consumidores flagrados em praias brasileiras

    1 day ago

    Entenda por que práticas abusivas em praias brasileiras são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor O Fantástico deste domingo (4) percorreu praias famosas do litoral brasileiro e flagrou práticas comerciais abusivas sendo cometidas contra turistas. Na última semana, o caso de agressão a um casal que se recusou a pagar o valor do aluguel de um guarda-sol e cadeira repercutiu nacionalmente. Na praia da Cocanha, em Caraguatatuba, São Paulo, o pagamento da consumação mínima é exigido já na chegada. Os atendentes explicam que trabalham com crédito antecipado: “A gente passa o valor e fica pra vocês consumirem ao longo do dia”. Na Praia Grande, também no litoral paulista, a prática abusiva se repete. Uma das barracas procuradas pela reportagem pede um valor mínimo de consumo de R$250. Depois de revelar ser um repórter do Fantástico, a dona do estabelecimento negou a cobrança. Em outro estabelecimento na Zona Sul do Rio, a consumação mínima é registrada como “day use”. Um funcionário explica que o atendimento funciona com pagamento antecipado de R$800 pelo uso das espreguiçadeiras e que valor é revertido em consumo. Questionado se é possível ficar sem pagar, responde que não. A prefeitura do Rio de Janeiro negou que o local tenha autorização para ocupar a faixa de areia. A praia é um espaço público de livre circulação. O aluguel de mesa, cadeira e guarda-sol é permitido por lei, mas o preço deve ser informado na hora. Segundo o secretário  Nacional do Consumidor Paulo Henrique Rodrigues Pereira, no entanto, a prática de consumação mínima é ilegal. “Entende-se que o valor mínimo restringe a liberdade de escolha do consumidor e pode configurar venda casada — e isso é absolutamente proibido na legislação”, diz o especialista. Segundo a Secretaria de Patrimônio da União, é proibido reservar áreas na praia com instalações fixas. Cadeiras, mesas e guarda-sóis só podem ser colocados quando o cliente solicita. "O sujeito pode alugar uma cadeira, mas ele não é o dono da praia. O preço não pode ser manifestamente abusivo, isso é ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor", explica Paulo Henrique. O Fantástico encontrou casos de cobranças abusivas nas praias brasileiras Reprodução/Fantástico Assista na íntegra: Caso de agressão em Porto de Galinhas escancara prática de cobranças abusivas em praias brasileiras Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.
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