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    Agentes terceirizados da Polícia Penal são presos por esquema que cobrava até R$ 80 mil para entrar com celulares em presídio no Paraná

    7 hours ago

    Operação investiga entrada de celulares e drogas em presídios do Paraná Três agentes terceirizados da Polícia Penal do Paraná (PP-PR) foram presos nesta quarta-feira (20) suspeitos de participar de um esquema de entrada de celulares e drogas na Casa de Custódia de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Segundo a investigação, cada celular custava, em média, R$ 50 mil. A polícia identificou ao menos um caso em que foram pagos R$ 80 mil para levar um único aparelho ao interior da unidade prisional. Leia mais abaixo. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Até a última atualização desta reportagem, ao todo, oito pessoas haviam sido presas durante a ação da Polícia Civil (PC-PR) e da Polícia Penal. Além dos três agentes, também foram detidos cinco suspeitos ligados ao esquema, entre eles presos do sistema penitenciário e pessoas que atuavam fora das unidades prisionais. Os nomes dos presos não foram divulgados. Agentes terceirizados da Polícia Penal são presos por esquema que cobrava até R$ 80 mil para entrar com celulares em presídio no Paraná PCPR Áudio encontrado em celular As investigações começaram após a apreensão de um celular dentro da Casa de Custódia, no fim de 2024. A perícia no aparelho encontrou trocas de mensagens entre os suspeitos, segundo a polícia. Em um dos áudios analisados, um investigado fala sobre a cobrança pelos aparelhos entregues no presídio. "Por que aqueles aparelhos que você trouxe eu já vendi eles, entendeu? Mas os caras não querem me pagar enquanto não chegar o carregador ali, entendeu? As coisas, fone, do ouvido, tudo. Chegando o carregador, fone, tudo ali, eu pego e bato em pronto o dinheiro que eu tenho na mão deles ali, entendeu? Os caras é chato, os caras gosta do negócio tudo certinho", diz o áudio. De acordo com as investigações, um detento condenado a mais de 80 anos por tráfico internacional de drogas seria o líder da organização criminosa e coordenava o esquema de dentro do presídio. A polícia também aponta que uma mulher, esposa de um dos investigados, ajudava nas transações financeiras. LEIA TAMBÉM: Pesquisa: Curitiba, Cornélio Procópio e Maringá são as cidades com melhor qualidade de vida Entenda: Gilmar Mendes anula condenação de deputado Zeca Dirceu Foz do Iguaçu: Paranaense que desapareceu é encontrado morto em rio na Argentina Agentes terceirizados da Polícia Penal são presos por esquema que cobrava até R$ 80 mil para entrar com celulares em presídio no Paraná PCPR Operação e investigação A operação cumpre nove mandados de prisão preventiva, nove de busca e apreensão e 12 ordens judiciais de sequestro de bens em Curitiba, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande e Piraquara, na Região Metropolitana, além de Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Durante a ação, os policiais apreenderam coletes balísticos, rádios comunicadores e uma arma, segundo apurou a RPC, afiliada da TV Globo no Paraná. Segundo o delegado Thiago Andrade, os suspeitos apresentavam um padrão de vida incompatível com os salários recebidos. “O valor do vencimento que recebiam não era compatível com a vida que ostentavam fora do sistema prisional. [...] A investigação detectou uma verdadeira organização criminosa”, afirmou. O chefe da Divisão de Operações de Segurança da PPPR, Sidnei de Souza Geraldino, afirmou que os três agentes presos nesta quarta já haviam sido afastados das funções anteriormente. Segundo a polícia, os investigados podem responder por corrupção ativa e passiva, inserção de aparelho celular em estabelecimento prisional, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.
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