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    Xande de Pilares canta Chico Buarque e recebe Diogo Nogueira e Ferrugem no álbum 'Nos braços do povo vol. 2'

    9 hours ago

    Capa do álbum 'Nos braços do povo vol. 2', de Xande de Pilares Natan Costa com arte de Raul Palmer ♫ NOTÍCIA ♬ É curioso e até confuso, mas a discografia de Xande de Pilares tem dois registros audiovisuais de shows intitulados “Nos braços do povo”. Para acentuar a dubiedade, ambos os álbuns foram gravados ao vivo no Rio de Janeiro (RJ) – cidade natal do artista – e lançados em dois volumes. O primeiro álbum “Nos braços do povo” foi gravado em novembro de 2019 e apresentado ao longo de 2020. O segundo álbum foi gravado em 6 de junho de 2025 na unidade do Bar do Zeca Pagodinho do Vogue Square e teve o primeiro volume lançado em 2 de outubro com 65 músicas em 39 faixas. Já o segundo volume do álbum atual tem lançamento programado para 29 de janeiro com capa que expõe foto de Natan Costa enquadrada na arte de Raul Palmer. Xande de Pilares fala da emoção em homenagear Benito di Paula pela Águia de Ouro Com regravações de standards da MPB com “Anunciação” (Alceu Valença, 1983), o xote “Eu só quero um xodó” (Dominguinhos e Anastácia, 1973) e os sambas “Kid Cavaquinho” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974), “Linha de passe” (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio, 1979) e “O meu guri” (Chico Buarque, 1981), o álbum “Nos braços do povo vol. 2” tem como foco a regravação de “Moro lá” (Elias José, Ney Carlos e Flávio Moreira, 2014) – samba popularizado por Renato da Rocinha em gravação de 2019 –e alinha, ao longo de 39 faixas, participações de Diogo Nogueira, Ferrugem e Sombrinha. Diogo entra na roda para cantar “Espelho” (1977), uma das obras-primas da parceria do pai do artista, João Nogueira (1941 – 2000), com Paulo César Pinheiro. Ferrugem é o convidado de “Esqueci de te esquecer” (Xande de Pilares, 2001), “A paz” (Anderson Ramos Lima, Claudemir da Silva e Rodrigo Martins da Silva, 2006) e “Degradê” (Thiago Soares e Tiago Alexandre, 2016), sucesso do Grupo Clareou. Já Sombrinha figura nos sambas “Pra que viver assim?” (Adilson Victor e Sombrinha, 1987), “Oitava cor” (Luiz Carlos da Vila, Sombrinha e Sombra, 1988) e “É sempre assim” (Arlindo Cruz, Sombrinha e Marquinho PQD, 1998). “Esse álbum ‘Nos braços do povo’ é uma forma que eu tenho de reviver as rodas de samba dos tempos do Grupo Riacho, Sambola, Pagode do Boleiro, Compasso da Vila, do Pagode da Tia Gessi, do Grupo Só Vodka, no Morro do Turano, do Mestre Louro, na Barraca do Salgueiro, entre outras. São canções do lado A, do lado B, C, D, até terminar o alfabeto, porque tem muita música boa no mundo”, contextualiza Xande de Pilares. Capa do álbum 'Nos braços do povo vol. 1' (2025), de Xande de Pilares Natan Costa com arte de Raul Palmer
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