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    Vereador Marcos Duarte (PSD) é alvo de mandado em operação da PF que investiga crimes eleitorais

    7 hours ago

    Polícia realiza operação contra crimes eleitorais O vereador Marcos Duarte (PSD), de Araguaína, foi alvo de mandado de busca nesta quarta-feira (6) em uma operação da Polícia Federal. A investigação apura supostos crimes eleitorais envolvendo a compra de votos e a prática de caixa dois durante as eleições de 2024. A informação foi apurada pela TV Anhanguera. A assessoria do vereador informou à TV Anhanguera que Marcos não vai se posicionar sobre a operação. Segundo o comunicado, o departamento jurídico está cuidando da defesa do vereador e o nome dele foi envolvido na ação e, por isso, foi alvo. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em Araguaína durante a manhã desta quarta-feira. Os mandados foram expedidos pelo juízo da 34ª Zona Eleitoral. A ação foi chamada de Operação Palavra-Chave. Segundo a PF, os membros de um grupo político foram orientados a realizar atividades de militância em favor de um candidato a vereador, mas os serviços não foram declarados na prestação de contas do candidato. Isso, para a polícia, pode configurar o crime conhecido como caixa dois. LEIA MAIS PF cumpre mandados em operação que investiga compra de votos e caixa dois nas eleições de 2024 no TO Prazo para regularizar título de eleitor no Tocantins termina nesta quarta-feira (6) Marcos Duarte é vereador de Araguaína Bruno Maia/Governo do Tocantins Também são investigados possíveis crimes de compra de votos e coação de servidores públicos. "Essa mesma notícia de fato, ela reportava também a prática de pressão sobre servidores municipais, os quais, caso não votassem no candidato indicado, poderiam perder os seus cargos", explicou o delegado Alan Marcelo Braga Carvalho. Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção eleitoral, falsidade ideológica em contexto eleitoral, coação e organização criminosa, cujas penas somadas podem ultrapassar 17 anos de reclusão. O nome da operação faz referência ao esquema de compra de votos, classicamente relacionado a mecanismos fraudulentos de autenticação do voto, utilizados para assegurar o cumprimento da promessa eleitoral. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
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