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    Vereador é acusado de esquema de rachadinha; MP pede devolução de R$ 285 mil

    9 hours ago

    Vereador Thiago Alexandre da Silva (PSD) está sendo acusado de improbidade administrativa suspeito de implementar um esquema de rachadinha que desviou R$ 285 mil da Câmara Municipal de São Vicente, no litoral de São Paulo Reprodução e TSE O vereador Thiago Alexandre da Silva (PSD) está sendo acusado de improbidade administrativa por implementar um esquema de rachadinha que desviou R$ 285 mil da Câmara Municipal de São Vicente, no litoral de São Paulo. Segundo o Ministério Público (MP), o parlamentar recebia parte dos salários de assessores de seu gabinete. A Ação de Responsabilidade foi movida pelo MP contra o vereador e outras cinco pessoas acusadas de se beneficiarem do esquema, que teria funcionado enquanto Thiago era o presidente do Legislativo Municipal, entre 2021 e 2022. Ele nega as acusações (veja o posicionamento dele abaixo) ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. De acordo com o MP, o órgão apurou o esquema após representações encaminhadas à Promotoria de São Vicente, contendo áudios e documentos que indicariam a prática. Um deles, inclusive, seria um contrato assinado pelo vereador. Neste documento, que teria sido formulado em 2019, na pré-campanha do vereador, estava previsto que o futuro contratado repassasse parte da remuneração [cerca de R$ 10 mil] para o próprio parlamentar. O contrato era para o cargo de assessor legislativo. Ainda conforme as provas reunidas pelo MP, um dos assessores transferiu cerca de R$ 54,5 mil a uma pessoa ligada ao vereador entre 2021 e 2022, valor que corresponderia a aproximadamente 87% dos salários recebidos por ele no período. Agora no g1 Na ação, o MP pede que a Justiça condene Thiago à perda de R$ 285 mil que teriam sido acrescidos ilicitamente ao seu patrimônio, além da aplicação das sanções previstas na Lei de Improbidade, que podem incluir perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e pagamento de multa. O juiz Leonardo de Mello Gonçalves, da Vara da Fazenda Pública de São Vicente, destacou que os relatórios financeiros, as movimentações bancárias e os demais documentos reunidos pela investigação constituem indícios aptos a justificar a continuidade da ação. O que diz o vereador? Procurado pelo g1, Thiago disse que nunca cometeu “qualquer irregularidade” e tem “total confiança de que isso será comprovado no processo”. O vereador destacou que não prestará mais esclarecimentos porque o caso tramita sob segredo de Justiça. O vereador acrescentou que ainda não foi citado oficialmente para apresentar defesa no processo. “Confio na Justiça e na completa elucidação dos fatos”, disse o vereador. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
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