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    Vendedor de roupas é alvo da polícia por ficar com R$ 7 mil em PIX e não repassar à empresa

    7 hours ago

    Polícia mapeou valor do prejuízo após analisar transferências via PIX do suspeito Bruno Peres/Agência Brasil/Arquivo Um vendedor de 43 anos foi indiciado pela Polícia Civil de Roraima por receber R$ 7.447 de clientes e não repassar os valores à empresa em que pegava as mercadorias. Segundo a investigação, ficou com o dinheiro da venda de roupas em pelo menos 25 ocasiões. Os pagamentos foram feitos via PIX. O caso foi divulgado neste sábado (5). 🔎 O que é indiciar? É um procedimento que ocorre quando a Polícia Civil, com base na investigação, conclui que há indícios de crime e associa a uma pessoa. Depois disso, o procedimento é encaminhado ao Ministério Público, que pode apresentar denúncia à Justiça. A Polícia Civil identificou que os pagamentos foram feitos para o vendedor em pouco mais de dois meses, entre 9 de dezembro de 2025 e 28 de fevereiro de 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp De acordo com a polícia, ele recebia roupas da empresa para comercialização. Após as vendas, ele deveria receber o dinheiro dos clientes, descontar a própria comissão e repassar à empresa o valor correspondente às mercadorias, o que não ocorria. Agora no g1 A irregularidade foi descoberta depois que a empresa entrou em contato com clientes para confirmar os pagamentos. Alguns informaram que tinha feito as transferências diretamente para uma conta vinculada ao vendedor e apresentaram os comprovantes dos PIX. A partir dessas informações, policiais do 2º Distrito Policial analisaram os documentos e confirmaram os pagamentos que, segundo a investigação, não foram repassados à empresa. "Conseguimos comprovar 25 recebimentos que não foram repassados à empresa. A investigação foi baseada na análise dos comprovantes de pagamento e na confirmação dos compradores", explicou o delegado do caso, Vinicius do Vale. Durante a investigação, a polícia ainda tentou localizar o suspeito para ele fosse interrogado. No entanto, agentes descobriram que ele havia saído do Brasil e estava em uma região de garimpo na Guiana. O inquérito foi concluído na quinta-feira (3). Ele foi indiciado pelo crime de apropriação indébita, que ocorre quando alguém fica com um bem ou valor que recebeu legalmente, mas que deveria repassar ao proprietário. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
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