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    Vendedor de Campinas preso em operação sobre bets e tráfico é solto pela Justiça

    1 day ago

    Colar com imagem de Pablo Escobar e armas foram apreendidos pela PF contra MC Ryan SP e MC Poze do Rodo Divulgação/PF endedor Vitor Ferreira da Cruz Junior, de Campinas (SP), preso na Operação Narco Fluxo — megaoperação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado a bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas — obteve habeas corpus na Justiça Federal nesta quarta-feira (13). Na decisão, a desembargadora Louise Vilela Leite Filgueiras, da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), determinou a soltura ao revogar a prisão preventiva de Vitor, mas impôs as seguintes medidas cautelares: compromisso de comunicar ao juízo, no prazo de 10 (dez) dias, o endereço correto em que poderá ser encontrada e qualquer mudança deste endereço; comparecimento a todos os atos do processo; não se ausentar da cidade de residência por mais de 5 (cinco) dias sem autorização do juízo; comparecer mensalmente em juízo para comprovar suas atividades; proibição de se ausentar do país sem autorização do juízo, com entrega do passaporte, se houver. O advogado José Pedro Said, que representa o vendedor, afirmou que “a justiça foi feita dentro do caso concreto”. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Também nesta quarta, outro investigado na mesma operação, o funkeiro MC Ryan SP, preso na investigação, foi solto pela Justiça Federal. Operação da PF e Baep de Campinas prende MCs Ryan e Poze do Rodo Segundo a investigação da Polícia Federal, o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão por meio de empresas de fachada, contas de passagem, criptomoedas e remessas ao exterior. O inquérito aponta ainda suposta ligação com exploração de apostas ilegais, rifas clandestinas e lavagem de dinheiro oriundo do tráfico internacional de drogas. Segundo a Polícia Federal, a investigação aponta a atuação de uma organização criminosa estruturada, que utilizava empresas de fachada, transporte de dinheiro em espécie, criptoativos e bens de alto valor para ocultar a origem de recursos ilícitos. A Justiça determinou ainda bloqueio de contas, sequestro de bens e restrições societárias. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas
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