Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Veja indícios levantados pelo CNJ para afastar desembargador do TJMG que atuou em caso de estupro

    há 3 meses

    A Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) determinou, nesta sexta-feira (27), o afastamento imediato do desembargador Magid Nauef Láuar, da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A decisão foi tomada após o Conselho identificar o que chamou de "indícios de delitos contra a dignidade sexual" supostamente praticados pelo desembargador no período em que ele atuou como juiz em Ouro Preto e Betim, em Minas Gerais. Segundo nota do CNJ, ao menos cinco vítimas já foram ouvidas — uma delas no exterior — e há fatos recentes, o que sustenta o prosseguimento das apurações. "Muito embora parte dos eventos narrados, em razão do longo lapso temporal, já tenha sido alcançada pela prescrição da pretensão persecutória em âmbito criminal, também foram identificados fatos mais recentes, ainda não abarcados pela prescrição, a determinar o prosseguimento das apurações", diz um dos trechos do documento. PF faz ação contra desembargador do TJMG que atuou em caso de estupro; ele foi afastado do cargo Por determinação do CNJ, a Polícia Federal fez uma operação de busca e apreensão nesta tarde contra o desembargado. Segundo interlocutores da PF, investigadores estiveram no prédio do TJMG. A nota do Conselho Nacional de Justiça menciona ainda que a apuração começou ao examinar possíveis “indícios de teratologia” no voto do magistrado que absolveu um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos. A partir daí, surgiram “desdobramentos” que apontaram para a prática de delitos. "Muito embora parte dos eventos narrados, em razão do longo lapso temporal, já tenha sido alcançada pela prescrição da pretensão persecutória em âmbito criminal, também foram identificados fatos mais recentes, ainda não abarcados pela prescrição, a determinar o prosseguimento das apurações", menciona a nota. O órgão também destacou que "procedimentos disciplinares não configuram juízo prévio de culpa, mas têm como objetivo preservar a credibilidade da magistratura, assegurar o regular funcionamento da Justiça e manter a confiança da sociedade no Poder Judiciário." As investigações administrativas dentro do CNJ e TJMG começaram após denúncias de abuso sexual divulgadas por familiares e ex-funcionárias do desembargador Magid Nauef Láuar. Por isso, ele foi afastado para garantir que a apuração dos fatos "transcorra de forma livre, sem quaisquer embaraços", justifica o CNJ em nota. Relator Magid Nauef Láuar que absolveu réu por estupro de vulnerável, é investigado pelo CNJ por abuso sexual Redes sociais
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Tucano amigável interage com moradores e vira atração turística em Campinas
    Artigo Seguinte
    Com nove casos de meningite em 2025, Rio Branco tem Dia 'D' de vacinação contra doença; veja pontos

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário