Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Trump diz que libertação de prisioneiros na Venezuela é 'sinal de paz' e que cooperação de Delcy o fez cancelar 2ª onda de ataques

    2 days ago

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa para os republicanos da Câmara durante a conferência anual sobre questões do partido, no Kennedy Center, renomeado como Trump-Kennedy Center pelo conselho de diretores indicado por Trump, em Washington, D.C., EUA, em 6 de janeiro de 2026 Kevin Lamarque/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta sexta-feira (9) a libertação de prisioneiros políticos pelo governo interino da Venezuela, que chamou de "um sinal de paz". Trump disse também que a cooperação da gestão da nova presidente, Delcy Rodriguez, fez ele cancelar uma 2ª onda de ataques que faria ao país. Na 1ª, o Exército dos EUA entrou em Caracas em uma operação militar pontual para prender o Nicolás Maduro e sua esposta, Cilia Flores. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "A Venezuela está libertando um grande número de presos políticos como um sinal de que está 'buscando a paz'. Este é um gesto muito importante e inteligente. Os EUA e a Venezuela estão trabalhando bem juntos, especialmente no que diz respeito à reconstrução, em uma escala muito maior, melhor e mais moderna, de sua infraestrutura de petróleo e gás. Em razão dessa cooperação, cancelei a segunda onda de ataques [à Venezuela] que era esperada anteriormente, o que indica que ela não será necessária; no entanto, todos os navios permanecerão posicionados por motivos de segurança. Pelo menos US$ 100 bilhões (cerca de R$ 540 bi) serão investidos pela BIG OIL, cujos representantes encontrarei hoje na Casa Branca", afirmou Trump em publicação nas redes sociais. Presos políticos libertados na Venezuela A ativista venezuelana Rocío San Miguel, presa pelo regime de Maduro, em imagem de arquivo Fernando Llano/ AP A ativista venezuelana Rocío San Miguel, que também tem nacionalidade espanhola, foi libertada da prisão nesta quinta-feira (8). Ela estava detida desde 9 de fevereiro de 2024. A soltura foi confirmada pelo governo espanhol. Mais cedo, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou que o país libertaria unilateralmente "um número significativo" de prisioneiros venezuelanos e estrangeiros. Especialista em temas militares e diretora da ONG Control Ciudadano, Rocío foi detida após ser vinculada pelas autoridades com um suposto plano para assassinar o presidente Nicolás Maduro. Ela era mantida no Helicoide, a temida prisão do serviço de inteligência que organizações de direitos humanos classificam como "centro de tortura". A advogada estava no aeroporto internacional Simón Bolívar, que serve a Caracas, quando foi abordada por . Ela estava prestes a embarcar em um voo junto com sua filha, que foi detida brevemente. Líder chavista Jorge Rodríguez anuncia libertação de prisioneiros na Venezuela Outro opositor que deve sair da prisão é o ex-candidato à Presidência Enrique Márquez, detido desde o início de 2025. Segundo o jornal espanhol "El País", entre os libertados estão Andrés Martínez Adasme, José María Basoa, Miguel Moreno e Ernesto Gorbe — todos de cidadania espanhola. Libertações unilaterais As libertações, uma reivindicação frequente da oposição do país, são um gesto de paz, disse Rodríguez, acrescentando que a ação foi unilateral e não foi acordada com nenhuma outra parte. “O governo bolivariano, juntamente com as instituições estatais, decidiu libertar um número significativo de venezuelanos e estrangeiros, e esses processos de libertação estão ocorrendo neste exato momento”, acrescentou Rodríguez. O deputado é irmão da presidente Delcy Rodríguez, que assumiu o cargo após o sequestro de Nicolás Maduro pelos EUA, no último sábado (3). Em conversa com jornalistas, Rodríguez agradeceu aos esforços do ex-premiê espanhol José Luis Rodríguez Zapatero, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao regime do Qatar, "que sempre estiveram ao lado do povo da Venezuela para defender o direito que temos à vida plena e à autodeterminação". Não está claro se as negociações para as libertações envolveram o presidente Lula, o governo brasileiro ou algum outro ator político mencionado.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Polícia faz operação contra quadrilha que aplicava golpes virtuais em idosos; prejuízo de vítimas ultrapassa meio milhão
    Artigo Seguinte
    Casal e mais oito são presos suspeitos de tráfico de drogas em Teresina; pistolas e espadas apreendidas

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário