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    Trump diz que invocará lei do século XIX que autoriza Forças Armdas em Minnesota caso protestos continuem

    12 hours ago

    Protestos em Minneapolis, nos EUA, após imigrante ser baleado por agentes do ICE O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (15) que, caso os protestos no estado de Minnesota continuem, invocará a Lei de Insurreição para o estado. O mecanismo, de 1807, autoriza o governo a fazer uso das Forças Armadas dentro de solo norte-americano. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ➡️ Manifestantes aumentaram os protestos no estado desde que agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) mataram a tiros Renee Nicole Good, uma norte-americana de 37 anos que passava de carro em meio a uma manifestação contra a presença do ICE na região. "Se os políticos corruptos de Minnesota não obedecerem à lei e impedirem que agitadores profissionais e insurgentes ataquem os Patriotas do ICE, que estão apenas tentando fazer seu trabalho, instituirei a Lei de Insurreição", escreveu Trump em sua rede social Truth Social. A Lei ou Ato de Insurreição é uma legislação criada em 1807 nos EUA para permitir o governo a enviar as Forças Armadas a um estado ou região dentro dos Estados Unidos em caso de insurreição. A medida já foi invocada por presidentes dos EUA para enviar tropas aos EUA em resposta a crises como a ascensão da Ku Klux Klan, logo após a Guerra Civil Americana. A última vez em que a legislação foi utilizada foi em 1992, pelo então presidente George H.W. Bush quando o governador da Califórnia solicitou ajuda militar para reprimir os protestos em Los Angeles após o julgamento de policiais que espancaram o motorista negro Rodney King. Tensões em Minnesota Na quarta-feira (14), um homem foi baleado na perna durante uma operação federal de fiscalização de imigração no norte de Minneapolis. Segundo autoridades federais, o agente do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) foi atacado com uma pá e uma vassoura e, por isso, efetuou o disparo. O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) informou que, após o confronto, o homem — um cidadão venezuelano que estava ilegalmente nos Estados Unidos — fugiu dirigindo, bateu o carro em outro veículo estacionado e, então, escapou a pé. Após os policiais chegarem até o homem, outras duas pessoas viram a cena, se aproximaram e os três começaram a atacar o policial, ainda de acordo com o DHS. "Temendo por sua vida e segurança ao ser emboscado por três indivíduos, o policial disparou um tiro em legítima defesa para proteger sua vida", informou o departamento. As duas pessoas que teriam agredido o policial estão sob custódia, segundo as autoridades federais. O agente agredido e o venezuelano baleado foram hospitalizados. A cidade de Minneapolis afirmou na plataforma de mídia social X que estava "ciente de relatos de um tiroteio envolvendo agentes da lei federais no norte de Minneapolis". Após o ocorrido, ao menos 100 pessoas se reuniam perto do local, segundo o jornal The New York Times. Um grupo deles teria gritado com os policiais de Minneapolis que bloqueavam a rua, exigindo a prisão dos agentes federais. Ainda de acordo com o jornal, os policiais se retiraram e, ao saírem, dispararam pelo menos duas bombas de gás lacrimogêneo. Um manifestante disparou vários fogos de artifício em direção aos agentes do ICE e seus carros que estavam em retirada. Agentes federais de imigração disparam balas de pimenta enquanto gás lacrimogêneo é lançado no local de um suposto tiroteio na quarta-feira AP/John Locher Mulher morta por agente do ICE Minneapolis tem mais um dia de protestos após mulher ser morta por agente do ICE O caso ocorreu na mesma cidade em que uma cidadã americana foi morta a tiros, também por um agente do ICE, na última semana. De acordo com o Departamento de Segurança Interna (DHS), a mulher de 37 anos tentou avançar com o carro contra agentes do ICE durante uma operação. Horas depois, ela foi identificada como Renee Nicole Good, de 37 anos. Uma porta-voz do departamento afirmou que um servidor disparou ao se sentir ameaçado. Em uma rede social, o senador estadual Omar Fateh disse que testemunhas informaram que agentes federais impediram um médico de tentar socorrer e reanimar a mulher. Já o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, criticou a atuação dos agentes federais. Desde o caso, manifestantes se reúnem diariamente na cidade para protestar contra o ICE. O caso representa uma escalada nas operações de imigração realizadas pelo governo Trump em grandes cidades americanas. Segundo autoridades, esta é ao menos a quinta morte registrada em ações desse tipo em diferentes estados desde 2024. Mineápolis e a vizinha St. Paul estão em estado de alerta desde que o DHS anunciou, na terça-feira (6), o início de uma grande ofensiva migratória na região.
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