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    Trump admite que pediu para Fifa revisar cartão vermelho e critica árbitro brasileiro: 'Um pouco suspeito'

    21 hours ago

    Donald Trump agradeceu a Fifa por reverter cartão vermelho dado a atacante americano O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta segunda-feira (6) que pediu para a Fifa revisar o cartão vermelho aplicado ao jogador dos Estados Unidos Folarin Balogun durante a última partida da seleção norte-americana na Copa do Mundo, contra a Bósnia Herzegovina. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Ao ser questionado sobre a questão em uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca, Trump disse que não considerou justa a falta marcada pelo árbitro "horrível" e se defendeu das acusações de interferência política na competição: "Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta. Eu não disse à Fifa o que fazer. O comitê tomou a decisão certa. É injusto excluir um dos melhores jogadores dos EUA". Trump durante entrevista à imprensa no Salão Oval da Casa Branca nesta segunda-feira (6). Reuters/Evan Vucci O árbitro da partida da seleção dos EUA foi o brasileiro Raphael Claus. Após criticar o trabalho dele em campo, o presidente dos EUA ainda fez insinuações sobre possíveis irregularidades envolvendo seu nome: "Esse árbitro é um pouco suspeito. Se você verificar o passado dele… Eu não quero dizer isso, porque não gosto de criar polêmica, mas muito suspeito, como se eu pudesse te mostrar o histórico. Ele fez uma marcação que ninguém conseguiu acreditar, sabe? Até pessoas do outro lado". 🔎 Após revisar o lance no VAR, o árbitro Raphael Claus expulsou Balogun aos 18 minutos da etapa final. O atacante recebeu o cartão vermelho por um pisão no tornozelo de Muharemovic. Folarin Balogun, dos EUA, recebe um cartão vermelho do árbitro Raphael Claus. Phil Noble / Reuters Bélgica vai contestar decisão Mais cedo, a Bélgica, que enfrenta os Estados Unidos nesta segunda-feira (6) por uma vaga nas quartas de final, cobrou explicações da FIFA por revogar o cartão vermelho. Em nota, a Federação Belga de Futebol afirmou que ainda não recebeu "nem a decisão da FIFA nem qualquer explicação sobre esse caso". Segundo a entidade, "nessas circunstâncias, não resta outra opção a não ser contestar a elegibilidade do jogador para a próxima partida". Os belgas argumentam que o "Artigo 66.4 do mesmo Código Disciplinar da Fifa prevê claramente que um cartão vermelho (expulsão) resulta automaticamente em suspensão para a próxima partida da equipe, como tem sido o caso de todos os cartões vermelhos anteriores aplicados durante esta Copa". A entidade que rege o futebol da Bélgica também apontou que a liberação do atacante contraria diretamente o Artigo 10.5 do Regulamento da própria Copa do Mundo de 2026, reforçando que a punição deveria ser automática. De acordo com os belgas, essa regra foi reafirmada pela Fifa em circulares e reuniões oficiais antes de cada partida do torneio. Sob a alegação de proteger os princípios fundamentais de "fair play" e os direitos das seleções participantes, a federação belga informou que já está investigando todas as opções potenciais diante do caso. Decisão comemorada por Trump e técnico dos EUA Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e presidente da Fifa, Gianni Infantino, posam para foto com o troféu da Copa do Mundo no Salão Oval, na Casa Branca. Foto de agosto de 2025. Divulgação/Casa Branca Nas redes sociais, o presidente norte-americano parabenizou a Fifa e disse que o órgão reverteu uma grande injustiça. "Obrigado à FIFA por fazer o que era certo e reverter uma grande injustiça!", publicou o presidente. Durante uma coletiva de imprensa neste domingo (5), o técnico da seleção norte-americana, Mauricio Pochettino, celebrou a decisão. "Fomos punidos o suficiente contra a Bósnia-Herzegovina ao jogar com um a menos por 30 minutos, em uma decisão completamente injusta. E não só porque sou o técnico da seleção dos Estados Unidos e preciso defender meu lado. É porque acredito que 99,9% das pessoas concordam que aquele cartão vermelho foi injusto", disse o treinador argentino. Folarin Balogun, dos EUA, durante jogo contra a Bósnia e Herzegovina. Phil Noble / Reuters
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