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    Três brasileiros são presos por tráfico de cerca de 50 paraguaios próximo ao Paraná para trabalho análogo à escravidão

    há 3 meses

    Três brasileiros são presos por tráfico de paraguaios perto do PR Três brasileiros foram presos suspeitos de traficar cerca de 50 paraguaios para trabalho análogo à escravidão no Brasil. Outros dois paraguaios também foram detidos. O grupo foi interceptado durante a madrugada de segunda-feira (16), quando tentava cruzar a fronteira com o Brasil, em Ypejhú, cidade que fica a cerca de 200 quilômetros do Paraná. Segundo o Ministério Público do Paraguai, os suspeitos aliciavam as vítimas com promessas de trabalho na colheita de maçãs, com pagamento em reais. No entanto, a investigação aponta que o objetivo era submetê-las a trabalho forçado e condições de servidão. ✅ Siga o canal do g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Os presos foram identificados como Nitor Oliveira Hoffmann, apontado como motorista, Antonio Marcos de Souza e Bernardo Cardoso, indicado como responsável pelo grupo. Eles permanecem detidos. O g1 tenta localizar a defesa dos suspeitos. cinco pessoas são presas por tráfico de pessoas Polícia Nacional Segundo o Departamento Contra o Tráfico de Pessoas, a investigação começou após ações de inteligência e monitoramento realizadas pela polícia paraguaia, que acompanhou o deslocamento do grupo desde o interior do país até a fronteira. De acordo com a apuração, os suspeitos organizaram o recrutamento por meio de grupos no WhatsApp e chegaram a reunir parte das vítimas em uma casa alugada em Doctor Eulogio Estigarribia, no departamento de Caaguazú. As vítimas relataram que tinham documentos e aparelhos retirados pelos suspeitos. Depois, o grupo foi transportado de ônibus até a região de fronteira, passando por diferentes cidades e incluindo novas vítimas no trajeto - entre elas, pessoas de comunidades indígenas. Vítimas eram transportadas em ônibus Polícia Nacional Durante a ação, policiais apreenderam celulares e outros materiais que devem ajudar nas investigações. O Ministério Público pediu a prisão preventiva dos envolvidos, que podem responder por tráfico de pessoas. Entenda como denunciar trabalho análogo à escravidão Leia também: Paraná: Alertas de tempestades são estendidos para 315 cidades Pesquisa: Apenas 36% dos alunos da rede pública no Paraná se sentem acolhidos na escola Investigação: Vereador e esposa são encontrados mortos dentro de casa VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.
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