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    Trabalho análogo à escravidão: MPT resgata operários em canteiro de obras em Sumaré

    6 hours ago

    Trabalho análogo à escravidão: MPT resgata operários em canteiro de obras em Sumaré Ministério Público do Trabalho/Divulgação Uma operação conjunta do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou dois trabalhadores em condições análogas à escravidão em um canteiro de obras em Sumaré (SP). A fiscalização, realizada nos dias 3 e 4 de maio e divulgada nesta quinta-feira (14), também constatou "grave e iminente risco de morte" para outros 84 operários no local, o que levou ao embargo parcial do empreendimento no bairro Nova Veneza. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Campinas no WhatsApp A equipe de fiscalização inspecionou os alojamentos de quatro empreiteiras subcontratadas. Em um deles, foram encontrados os dois trabalhadores em condições degradantes de moradia, o que motivou o resgate. O MPT firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a empresa responsável para garantir a reparação dos danos. Governo atualiza 'lista suja' do trabalho escravo e inclui Amado Batista e BYD Riscos e embargo Entre as irregularidades que levaram ao embargo parcial das torres, estavam: ausência de proteção contra quedas de altura nos pavimentos; burla em dispositivos de segurança de elevadores; falta de sinalização e de restrição de circulação em áreas de risco; uso de plataformas de proteção sem projeto técnico adequado. Acordo e punições O TAC firmado com a empreiteira responsável pelos trabalhadores resgatados prevê: pagamento de verbas rescisórias e salariais devidas; uma indenização de R$ 3 mil por dano moral a cada um deles; e outra de R$ 8 mil por dano moral coletivo. A empresa também se comprometeu a fornecer camas, armários, água potável e locais adequados para refeições, sob pena de multa. "O que encontramos em Sumaré foi um cenário de total desrespeito às normas básicas de saúde e segurança, expondo trabalhadores a riscos fatais e a moradias absolutamente incompatíveis com a condição humana", afirmou o procurador Gustavo Rizzo Ricardo, em nota. A investigação do MPT revelou ainda que o grupo econômico controlador do empreendimento já havia firmado um TAC em 2015 por questões de segurança. O descumprimento do acordo anterior pode gerar uma multa superior a R$ 800 mil. O MPT não divulgou os nomes da empreiteira e do grupo econômico responsável pela obra. Por esse motivo, o g1 não conseguiu contato para solicitar um posicionamento sobre as irregularidades apontadas até a última atualização desta reportagem. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
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