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    Toffoli reduz de 5 para 2 dias prazo para PF ouvir investigados no caso do Banco Master

    7 hours ago

    Toffoli diminui prazo para depoimentos de investigados no caso do Banco Master O ministro do Supremo Dias Toffoli reduziu de cinco para dois dias o prazo para os depoimentos dos investigados no caso do Banco Master. Eles serão ouvidos no próprio STF. E Toffoli prorrogou o inquérito por 60 dias. O ministro Dias Toffoli mudou o cronograma de depoimentos previamente montado pela Polícia Federal. Determinou que os investigadores ouçam em dois dias os investigados no inquérito sobre a tentativa de compra do Master pelo Banco de Brasília. O prazo anterior era de cinco dias. Toffoli também decidiu que à Polícia Federal colha os depoimentos no prédio do Supremo - e não na PF, como é usual na rotina da instituição. Integrantes do gabinete do ministro devem acompanhar os depoimentos. O ministro justificou a mudança de calendário pela limitação de pessoal e salas no STF. Investigadores envolvidos nas apurações do processo do Master relatam que o prazo de dois dias é apertado diante de um caso tão complexo e trabalham para reagendar os depoimentos dos dez investigados. O de Daniel Vorcaro, dono do Master, estava marcado para o fim de janeiro. A pedido da Polícia Federal, o ministro Dias Toffoli também prorrogou por 60 dias o prazo do inquérito. Entre as fraudes investigadas, estão milhares de empréstimos consignados de créditos de aposentados e pensionistas. O INSS identificou que cerca de 250 mil contratos incompletos, sem informações essenciais, como taxa de juros, ou sem a comprovação da assinatura do segurado. O INSS quer confirmar se os aposentados e pensionistas contrataram esses empréstimos com o banco. Ou se o desconto ocorreu de forma indevida, sem autorização prévia. Como precaução, o instituto já suspendeu o repasse das parcelas descontadas. Em entrevista nesta sexta-feira (16) ao Em Ponto, da Globonews, o presidente do INSS, Gilberto Waller Junior, disse que o valor dos contratos suspeitos soma R$ 2 bilhões. "Tinha feito 254 mil empréstimos consignados. Mais de R$ 2 bilhões em créditos nesse valor para nosso aposentados e pensionistas. Que eram descontados mensalmente. Nós não liberamos esse recurso mais para o banco master ou para o liquidante ou para quem ele cedeu o crédito, até a comprovação de que a assinatura foi feita para o nosso aposentado e pensionista. Nós marcamos uma reunião com o liquidante para a semana que vem, vamos dar um prazo para regularizar. E a ideia que a gente tem é que não comprovando que a assinatura seja idônea, a gente devolva, a gente cancele esse consignado e devolva para o nosso aposentado e pensionista".
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