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    'Tiago Sóstenes não tentou tirar a própria vida', diz MP ao detalhar apuração da morte de empresária em Aracaju

    2 weeks ago

    Coletiva de imprensa so ministério público sobre a morte da empresária em Aracaju. Anderson Barbosa/ TV Sergipe O Ministério Público de Sergipe (MP-SE) detalhou, em coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (26), as investigações sobre o feminicídio da empresária e estudante de direito Flávia Barros dos Santos. O crime ocorreu em março deste ano, em um hotel no Bairro Coroa do Meio, na Zona Sul de Aracaju. O principal suspeito é o policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, que está preso preventivamente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp De acordo com o MP, as circunstâncias apuradas esclareceram a origem dos ferimentos apresentados pelo suspeito no dia do crime. A alegação de que Tiago teria tentado tirar a própria vida após o disparo contra a empresária foi contestada pelos laudos técnicos. "Tiago Sóstenes não tentou tirar a própria vida. Ele foi atingido inclusive de forma superficial na cabeça por tiros que ricochetearam em outros alvos. Essa alegação de que ele estava absolutamente abalado e que, portanto, acabou tentando tirar a própria vida cai por terra com base nas provas que até o momento foram produzidas", afirmou a promotora de Justiça Luciana Duarte. Detalhamento do crime apresentado pelo Ministério Público de Sergipe. Anderson Barbosa/ TV Sergipe. Ainda durante a entrevista, o MP-SE informou que as circunstâncias do crime apontam que a vítima estava deitada na cama quando foi executada. Além disso, dados extraídos dos aparelhos celulares dos envolvidos comprovaram que Flávia vivia um relacionamento abusivo com o policial penal. As mensagens indicam que a estudante já havia sofrido episódios anteriores de violência. O Ministério Público pede a condenação do suspeito pelo crime de feminicídio, que tem uma pena máxima de 40 anos e a incidência de duas causas de aumento de pena. "A pena tem que ser rigorosa nesse caso, não só por se tratar de feminicídio, mas um feminicídio com circunstâncias que agravam absolutamente o crime, como o fato dele ser agente da segurança pública, fazer uso de uma arma funcional, por ele ter encurralado a vítima no quarto, atirado nela sem possibilidade de defesa e com motivado e imbuído com essa questão de gênero", completou a promotora Luciana Duarte. Flávia Barros, vítima de feminicídio, e Tiago Sóstenes, suspeito de feminicídio. Reprodução redes sociais
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