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    Suzano S/A fecha unidade em Suzano e demite cerca de 90 funcionários

    4 days ago

    Suzano Papel e celulóse Divulgação / Suzano S/A Uma unidade da Suzano S/A encerrou as atividades nesta segunda-feira (5) na região do Miguel Badra, em Suzano. Com o fechamento, cerca de 90 pessoas ficaram desempregadas. Segundo a empresa, as operações foram finalizadas para concentrar esforços na Unidade de Negócio de Papéis e Embalagens (UNPE) no Brasil e em operações internacionais. Afirmam também que todos os colaboradores demitidos estão recebendo toda a assistência necessária. (confira a nota completa abaixo). ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp De acordo com o presidente do Sindicato dos Papeleiros de Mogi das Cruzes e Região, Marcio Cruz, conhecido como Bob, a associação foi notificada por e-mail no fim da tarde de sexta-feira (2). “Eles informaram que todos os funcionários seriam chamados às 8h de segunda para fazer o aviso oficial e as rescisões contratuais. Essa unidade era a menor do grupo e tinha cerca de 140 trabalhadores. Desses, mais da metade foi mandada embora.” VEJA MAIS Veja os vídeos que estão em alta no g1 O sindicalista afirma que, para uma empresa do porte da Suzano S/A, redistribuir os funcionários em outras unidades não seria um problema. “A grande crítica do sindicato é essa. São 14 unidades no Brasil. Poderiam, no mínimo, ter a sensibilidade de falar: 'você quer ir para Imperatriz? Temos uma oferta de emprego para tal lugar', para não gerar esse caos social e psicológico que gerou nos trabalhadores.” A Suzano S/A informa que é a maior produtora de celulose do mundo e a maior fabricante de papéis da América Latina. Segundo Bob, até o momento foram realizadas duas reuniões com a empresa, mas sem avanços. “Queremos no mínimo convênio médico por três meses e cesta básica por três meses, mas isso é muito pouco perto do patrimônio gigantesco da empresa. O pleito do sindicato é: três anos de convênio médico, três anos de cesta básica e uma premiação por tempo de casa, um salário nominal para cada ano trabalhado” (confira o posicionamento do sindicato abaixo). "É de direito a empresa fechar? Sim. É de direito e legal a empresa ir embora, fechar as portas e ir para outra localidade? Sim. Mas o que nós estamos questionando é a forma que a Suzano fez e também a necessidade disso", comenta o presidente. O g1 questionou a Suzano S/A sobre as demandas do Sindicato dos Papeleiros de Mogi das Cruzes e Região, mas a empresa informou que não vai responder. O que diz a Suzano S/A "Após análise detalhada, a companhia informa que finalizou as operações da fábrica Rio Verde (SP). Essa decisão tem por objetivo focarmos nas operações da Unidade de Negócios de Papéis e Embalagens no Brasil (fábricas Suzano, Limeira e Mucuri) e operações internacionais (Pine Bluff e Waynesville), buscando gerar cada vez mais valor, inovação e crescimento para o negócio e para a companhia. Infelizmente, com o encerramento das atividades, foram necessários ajustes na equipe. Todos os colaboradores demitidos estão recebendo toda a assistência necessária. Vale informar ainda que essa decisão não afetará nossos clientes, visto que continuaremos produzindo 100% do nosso portfólio de produtos, redistribuídos entre as Unidades de papel e embalagem." O que diz o sindicato "O posicionamento do Sindicato dos Papeleiros de Mogi das Cruzes e Região é anular as demissões pelo menos enquanto são feitas as negociações com a empresa se caso isso não for revertido. Para isso, a associação deve entrar com danos morais coletivos contra a empresa e também com uma ação para tentar anular as demissões. Dessa maneira, o sindicato exige, no mínimo, um convênio médico e cesta básica por três meses, mas ainda não há acordo. Essa solicitação foi feita porque muitos ex-funcionários estão fazendo tratamento de saúde, não podem ficar desamparados dessa forma. Porém, ainda reivindicamos que sejam fornecidos três anos de plano de saúde, cesta básica e prêmio por tempo de casa por cada trabalhador (um salário nominal para cada ano trabalhado)." Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê
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