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    Suspeito preso durante operação cobra R$ 30 para tirar por fotos com animais no Amazonas

    7 hours ago

    Um suspeito, cuja identidade não foi informada, preso durante Operação Anhangá 2, que teve como objetivo resgatar animais que estavam sendo explorados economicamente para atividades turísticas, no lago do Janauari, no município, cobrou da reportagem da Rede Amazônica para tirar fotos com animais silvestres. 🔎 No Brasil, usar animais silvestres sem autorização ambiental é crime. A prática está prevista na Lei de Crimes Ambientais nº 9.605/1998 e no Decreto Federal nº 6.514/2008, que estabelecem pena de seis meses a um ano de detenção, além de multa. Sem perceber que estava sendo filmado, o suspeito faz a proposta a equipe de reportagem. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O repórter chega a perguntar quais animais estavam disponíveis. O suspeito respondeu: preguiça, cobra e jacaré. Ao ser questionado sobre o preço, disse que cobrava R$ 30. Segundo o delegado Renato Matta, adjunto da Delegacia Especializada em Meio Ambiente e Urbanismo (Dema), os animais provavelmente eram dopados para parecerem dóceis. A polícia informou ainda que os suspeitos não eram indígenas, mas atuavam ao lado de uma aldeia Tuyuka, onde turistas acompanhavam uma apresentação cultural no momento das prisões. Operação Anhangá 2 Quatro pessoas foram presas em Iranduba neste sábado (9) durante a Operação Anhangá 2. A ação tinha como objetivo resgatar animais usados irregularmente em atividades turísticas no lago do Janauari. Foram encontrados dois jacarés e uma preguiça. A operação foi conduzida pela Polícia Civil do Amazonas em parceria com o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). Os animais foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Ibama, na zona sul de Manaus. As multas aplicadas chegaram a R$ 10,5 mil. A operação integra o programa Segurança Presente e contou com apoio de diversos órgãos, como o Departamento de Inteligência da Polícia Civil, a Coordenadoria de Operações Especiais, a Delegacia Fluvial, o Instituto de Criminalística, o Ibama e a Amazonastur. As denúncias foram encaminhadas ao Ipaam e incluíam solicitações do Ministério Público do Amazonas (MPE-AM) sobre exploração ilegal de animais silvestres para interação com turistas. A primeira fase da Operação Anhangá aconteceu em 9 de maio de 2025. Na época, um homem de 22 anos foi preso e três adolescentes apreendidos. Sete animais foram resgatados, incluindo preguiças, macacos, uma arara e uma cobra.
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