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    Suspeito de planejar ataque que terminou com menina morta em Nova Iguaçu é preso

    1 day ago

    Preso suspeito de participar de mortes de PM e de menina de 7 anos A Polícia Civil do RJ prendeu nesta sexta-feira (3) um homem suspeito de ter planejado o ataque em Nova Iguaçu que terminou com a morte da menina Eduarda dos Santos, de 7 anos, no mês passado. Contra Marcos Vinicius Moura da Silva, o Marquinho, havia um mandado de prisão por outro homicídio, o de um PM — o terceiro sargento Marco Antonio da Silva Canto foi morto a tiros na saída de uma casa noturna em Nova Iguaçu, em fevereiro do ano passado. Agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) prenderam Marcos Vinicius em São João de Meriti, nesta manhã. Segundo as investigações, Marcos Vinicius planejou a invasão à casa da família de Eduarda, na madrugada de 22 de junho. Ele também teria arregimentado homens para o crime. Até a última atualização desta reportagem, não se sabia se Marcos participou do ataque. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Eduarda Cruz foi baleada na cabeça após criminosos invadirem a casa onde ela morava com os pais Reprodução/TV Globo Marcos Vinicius era conhecido em Rodilândia, onde Eduarda morava. A DHBF apurou que ele repassou informações sobre o pai da menina e sobre a residência da família a integrantes do Comando Vermelho. Ainda segundo a DHBF, pelo menos 4 homens armados invadiram o imóvel durante a madrugada de 22 de junho. Eduarda foi atingida por disparos de arma de fogo na cabeça e morreu no Hospital Geral de Nova Iguaçu. A Polícia Civil informou que outro investigado no caso, Jefferson Bruno da Silva Oliveira, o Teleco, foi encontrado morto um dia após o ataque. A corporação investiga a possibilidade de que a morte tenha sido uma queima de arquivo. Outro suspeito, Fernando Henrique Moreth Neves teve a prisão decretada e já é considerado foragido. Marcos Vinicius Moura da Silva, o Marquinho, foi preso em São João de Meriti Divulgação/PCERJ Visita um dia depois A DHBF descobriu que Marcos Vinicius compareceu à residência das vítimas um dia após a invasão sob o pretexto de prestar condolências à família. A visita causou estranheza aos pais da vítima, pois Marquinho não era visto na região desde a morte do PM, no ano passado. Para a polícia, Marquinho foi ver os pais de Eduarda para verificar se havia alguma suspeita contra si.
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