Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    STF nega pedido de prefeito de Ananindeua e mantém investigação de desvios de R$ 261 milhões no Hospital Santa Maria

    há 2 meses

    STF mantém apuração de desvios de verbas no Hospital Santa Maria de Ananindeua Daniel Santos, prefeito de Ananindeua, na região metropolitana de Belém, teve pedido negado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender investigações sobre suposto desvio de verbas públicas no Hospital Santa Maria de Ananindeua (HSMA). ​O ministro Dias Toffoli, relator do recurso em habeas corpus, negou seguimento ao recurso da defesa em decisão de 20 de março de 2026. O julgado manteve o Procedimento Investigatório Criminal (PIC), aberto pelo Ministério Público do Pará (MPPA) no Tribunal de Justiça do Pará (TJPA). ​Toffoli destacou que "não há ilegalidade flagrante na abertura do processo investigativo", autorizada por desembargador em maio de 2024. Ele enfatizou ainda indícios de justa causa, como análises contábeis que apontam superfaturamento em contratos com o Instituto de Assistência ao Servidor Público do Estado do Pará (IASEP). O g1 solicitou posicionamento do prefeito de Ananindeua, mas ainda aguardava resposta até a última atualização da reportagem. Daniel Santos, prefeito de Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Reprodução ​Indícios de desvios milionários A investigação, batizada de "Operação Cornis", apura desvios estimados em R$ 261,3 milhões desde 2018. Documentos citados mostram crescimento de 838,56% no lucro líquido do HSMA até 2022, com comparações entre hospitais conveniados ao IASEP. Há menções a envolvimento informal de Daniel Santos na gestão do hospital, mesmo após deixar oficialmente a sociedade. A defesa alegava falta de justa causa, baseada em depoimento isolado, mas o STF entendeu haver elementos além disso. Investigação A investigação surgiu de medida cautelar do MPPA pedindo buscas, bloqueio de bens e afastamento de funções. Antes, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já havia mantido a decisão de negar o pedido da defesa para parar a investigação, e o STF concordou, afirmando que esse tipo de análise não permite examinar provas em detalhes. A defesa de Santos buscava trancamento do procedimento. O MPPA e o MPF defenderam a continuidade para elucidação dos fatos. O STF recomendou celeridade no processo investigativo. O caso envolve foro por prerrogativa de função do prefeito. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Quem era Roberto Carlos Mazzini: fiscal da Sefaz atuava há mais de 15 anos e deixa esposa e três filhos
    Artigo Seguinte
    Escola pública é atingida por incêndio em Roraima

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário