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    Servidor é condenado por acumular dois cargos públicos no Tocantins

    há 7 horas

    Promotoria de Justiça de Porto Nacional Divulgação/Dicom MPTO Um servidor público foi condenado por trabalhar de forma irregular em dois cargos ao mesmo tempo nos municípios de Ipueiras e Santa Rosa do Tocantins. Ele perdeu um dos trabalhos e a Justiça determinou que ele devolva o dinheiro recebido. Ainda cabe recurso. A Justiça atendeu a um pedido do Ministério Público do Tocantins (MPTO), após identificar problemas no cumprimento da jornada de trabalho ao longo de 2022. Segundo a decisão, o homem recebia salário como vigia em Ipueiras e também como motorista escolar em Santa Rosa. O nome do servidor não foi divulgado e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele. O g1 solicitou posicionamento às prefeituras de Ipueiras e Santa Rosa do Tocantins, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp De acordo com a promotora de Justiça Thaís Cairo, responsável pela ação, o servidor trabalhava como vigia em Ipueiras durante a noite, das 18h às 6h, ao mesmo tempo em que atuava como motorista escolar em Santa Rosa. Mas a rota escolar terminava por volta das 19h, horário que coincide com o início do outro trabalho. O tempo de deslocamento entre os municípios também tornava impossível o cumprimento das duas jornadas. LEIA TAMBÉM Atlas da Violência: TO teve queda de mais de 30% nos homicídios entre 2019 e 2024 Interdição de ponte na BR-235 leva município do TO a decretar situação de emergência Nelore valorizado em R$ 3,9 milhões: conheça a vaca “Isis Valverde”, que teve arremate de César Menotti e Fabiano Agora no g1 A Justiça determinou que ele devolva todo o dinheiro recebido como motorista durante o período da irregularidade, com correção e juros, além de perder o cargo. O servidor também teve os direitos políticos suspensos por seis anos e foi condenado a pagar multa no mesmo valor que recebeu indevidamente. Outro ponto destacado pelo MPTO é que o servidor assinou um documento oficial afirmando que não ocupava outro cargo público, o que reforçou a irregularidade. A decisão ainda proíbe o homem, pelo prazo de seis anos, de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos públicos. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
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