Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Senado Federal aprova projeto que blinda agências reguladoras contra bloqueios no orçamento

    17 hours ago

    O Senado aprovou, por 51 votos a 17, nesta terça-feira (16), o projeto de lei complementar que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para blindar de contingenciamentos o orçamento das agências reguladoras.  🔎 Pelo novo arcabouço fiscal, o governo federal precisa perseguir uma meta de resultado primário definida anualmente na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Para 2026, o objetivo é um superávit primário de 0,25% do PIB, mantendo a banda de tolerância de 0,25 ponto percentual para mais ou para menos. A proposta segue para análise da Câmara dos Deputados. O projeto foi aprovado na manhã desta terça na Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado. O texto também teria que passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), mas os senadores aprovaram um requerimento para levar o tema direto ao plenário.   Com essa blindagem, as despesas das agências reguladores não poderão ser contingenciadas, por exemplo, para cumprir a meta estabelecida no arcabouço fiscal. O relator, Marcos Rogério (PL-RO), ampliou o escopo do projeto. A proposta original, do senador Laércio Oliveira (PP-SE), estabelecia a proteção do orçamento das agências a despesas custeadas com receitas próprias, taxas de fiscalização ou por fundos criados para tal finalidade.  Agora no g1 O parecer de Rogério prevê que a proteção passa a alcançar todas as atividades das agências reguladoras, sem a exigência de uma fonte específica de financiamento. A justificativa é que a distinção entre atividades-fim e atividades-meio gera controvérsias e que a maior parte das despesas dessas instituições, incluindo capacitação, é bancada pelo orçamento ordinário — o que esvaziaria, na visão do relator, uma ressalva atrelada apenas a fundos. O governo é contra a proposta sob o argumento de que proibir contingenciamento congela a margem discricionária do gestor público, cria um engessamento no orçamento e que recursos "livres" já são uma parte pequena do orçamento. Esse foi o argumento utilizado pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) para fazer um pedido de vista. Após um acordo, Laércio Oliveira, que assumiu a presidência para Marcos Rogério fazer a leitura do parecer, concedeu vistas coletivas até às 14h para que o projeto fosse votado após uma audiência pública com os diretores das agências. Na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026, o Congresso aprovou uma regra que barrava o congelamento das despesas de regulação e fiscalização das agências, mas o trecho acabou vetado pelo presidente Lula. Laércio Oliveira e Marcos Rogério afirmaram na reunião que irão articular com Davi Alcolumbre, presidente do Congresso, a derrubada do veto presidencial na próxima sessão conjunta entre Câmara e Senado. Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia. Carlos Moura/Agência Senado
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Câmara de Presidente Prudente aprova projeto que reconhece educadores infantis da rede municipal como professores
    Artigo Seguinte
    VÍDEOS: GR2 de terça-feira,16 de junho

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário