Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Secretário de Trump e Netanyahu discutiram intervenção no Irã, e Israel fica em alerta máximo com a possibilidade, diz agência

    11 hours ago

    Vídeos mostram caos nas ruas do Irã em manifestações contra o governo Khamenei O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, discutiu com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, a possibilidade de uma intervenção no Irã, revelou a agência de notícias Reuters neste domingo (11). Eles conversaram ao telefone no sábado. A discussão entre os representantes dos EUA e de Israel —os países são aliados históricos— ocorre em meio à escalada de violência registrada em protestos generalizados contra o governo do Irã nos últimos dias. No sábado, Trump renovou as ameaças ao dizer que o Irã está "buscando a liberdade" e que os EUA estão "prontos para ajudar". A mídia norte-americana afirmou que Trump está pensando o que fazer em relação ao país do Oriente Médio: segundo o "The New York Times", ele foi informado por membros de seu governo sobre opções disponíveis para um ataque militar, e segundo o "Axios", ele considera diferentes alternativas para apoiar os manifestantes iranianos. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Irã ameaçou neste domingo (11) retaliar contra Israel e bases militares dos Estados Unidos caso o país seja alvo de um bombardeio norte-americano. As instalações norte-americanas seriam consideradas "alvos legítimos", afirmou o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf. A declaração ocorre em meio a uma onda de protestos contra o regime do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e após o presente dos EUA, Donald Trump, ameaçar intervir na crise se o regime matar manifestantes pacíficos. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, também acusou neste domingo os EUA e Israel de "semear caos e desordem" no país ao fomentar confrontos nas ruas e pediu para que a população se distancie do que chamou de "badernistas e terroristas". Ao mesmo tempo, Pezeshkian buscou uma conciliação com a população ao dizer que o governo está pronto para "ouvir seu povo" e está determinado a resolver as questões econômicas. Enquanto isso, os protestos no Irã já deixaram ao menos 192 mortos, atualizou neste domingo (11) a ONG "Iran Human Rights", com sede na Noruega, sobre o balanço de vítimas. Mais cedo, outro grupo de direitos humanos que monitora a situação no Irã, o HRANA, reportou 116 mortos. O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, afirmou que "o nível de confronto contra os manifestantes se intensificou". Em meio aos protestos, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que proteger a segurança nacional é um ponto inegociável. Segundo o jornal norte-americano "The New York Times", Trump foi informado nos últimos dias por membros de seu governo sobre opções disponíveis para ataque militar no Irã. O presidente, no entanto, ainda não se decidiu sobre o que fazer em relação ao país do Oriente Médio, de acordo com o jornal. LEIA TAMBÉM: ENTENDA: Pedidos para Khamenei renunciar, repressão e mortes: entenda a crise no Irã, que vive maior onda de protestos desde 2009 VÍDEOS: Carros incendiados, bandeira rasgada e multidão nas ruas: Veja o caos no Irã com protestos contra regime Khamenei INTERFERÊNCIA: Irã acusa 'mercenários dos EUA e de Israel' de participar de protestos contra o governo Khamenei País está em guerra, diz regime iraniano Imagem retirada de um vídeo divulgado em 9 de janeiro mostra um carro em chamas durante noite de protestos em Zanjan, no Irã TV estatal do Irã via AP Desde o início dos protestos generalizados contra o regime do aiatolá Ali Khamenei no Irã, nos últimos dias de 2025, o movimento se expandiu em escala e violência. Khamenei disse na sexta-feira (9) que seu governo "não vai recuar" diante dos protestos generalizados, que escalaram em proporção e violência nos últimos dias. Em pronunciamento transmitido pela TV estatal, o líder supremo iraniano chamou os manifestantes de “vândalos” e “sabotadores”. Ali Larijani, conselheiro do aiatolá e chefe da principal agência de segurança do país, afirmou que o Irã está “em plena guerra” e que alguns “incidentes” foram “orquestrados no exterior”. O regime iraniano também acusou os Estados Unidos de incitar os protestos. Os EUA chamaram as acusações de “delirantes” e disseram que elas refletem uma tentativa de desviar a atenção dos desafios internos do regime iraniano, segundo um porta-voz do Departamento de Estado. A repressão do governo iraniano aumentou neste sábado, segundo a agência AFP. O Irã não enfrentava um movimento dessa magnitude desde os protestos de 2022, após a morte de Mahsa Amini, presa por supostamente violar o código de vestimenta feminino. As manifestações ocorrem em um momento de fragilidade do Irã, após a guerra com Israel e os golpes sofridos por alguns de seus aliados regionais. Além disso, em setembro, a Organização das Nações Unidas (ONU) restabeleceu sanções ligadas ao programa nuclear do país.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Receita de feijão verde cremoso acompanhado de macaxeira na manteiga
    Artigo Seguinte
    VÍDEOS: Jornal do Acre 2ª Edição deste sábado, 10 de janeiro de 2026

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário