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    Secas e queimadas podem afetar produção de castanha, mandioca e açaí em Santarém e Oriximiná

    2 weeks ago

    Produção do Açai no Pará Pedro Guerreiro/Agência Pará As questões relacionadas ao Meio Ambiente continuam gerando uma série de debates que acendem um alerta para os impactos das secas e queimadas na Amazônia. No oeste do Pará, Santarém e Oriximiná podem sofrer os impactos na produção de alimentos que afetam diretamente na Bioeconomia da sociobiodiversidade. ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Segundo dados do Relatório Técnico Preliminar de um estudo inédito coordenado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com universidades federais, foram apontadas perdas severas na produção de castanha, mandioca e açaí devido a secas e queimadas, impactando a segurança alimentar local. Ainda segundo o estudo, realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), em todo o Pará foram identificados o protagonismo de cadeias como mandioca (R$ 6,5 bilhões), pesca e aquicultura (R$ 2,7 bilhões), cacau (R$ 1,7 bilhão) e açaí (R$ 1,5 bilhão). Esse quantitativo movimenta R$ 13,5 bilhões por ano em Valor Bruto da Produção (VBP) no Pará. A partir desses dados e de outros desafios identificados na pesquisa, é possível dar um norte para solução dos entraves para garantir o crescimento da Bioeconomia da sociobiodiversidade. Segundo o presidente da Fapespa, professor Marcel Botelho, o acesso a essas informações contribui para que agentes formuladores de políticas públicas possam tomar as melhores decisões. "A Fapespa atende à demanda da sociedade por informações que fomentem a tomada de decisão por parte dos agentes formuladores de políticas públicas, agentes econômicos e demais entidades responsáveis por estudos e análises setoriais, que são protagonistas e essenciais para o planejamento e a avaliação de políticas regionais e municipais", contou o presidente da Fapespa, professor Marcel Botelho. Agora no g1 VÍDEOS: mais vistos do g1 Santarém e Região
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