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    Resort de luxo em Tiradentes é condenado a indenizar família em mais de R$ 40 mil por acidente em toboágua que feriu mãe e filho

    3 months ago

    Santíssimo Resort Tiradentes Divulgação O Santíssimo Resort, hotel de luxo localizado em Tiradentes, no Campo das Vertentes, em Minas Gerais, foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro por falhas de segurança e falta de assistência após um acidente em um toboágua que feriu uma mãe e o filho dela. A Justiça determinou que o resort pague R$ 25 mil a família por danos morais e pelos transtornos causados. O hotel também deverá ressarcir R$ 11.973,04 gastos com médicos, terapias e procedimentos decorrentes do acidente, além de devolver R$ 3.144 referentes às diárias não utilizadas após a saída antecipada da família. O g1 entrou em contato com o estabelecimento. O texto será atualizado assim que houver retorno. O caso ocorreu em julho de 2022, no parque aquático recém-inaugurado do hotel. Segundo o processo, mãe e filho foram arremessados para fora do toboágua durante a descida. A mãe conseguiu segurar o filho, porém eles bateram em um poste de sustentação localizado dentro da piscina. A mulher sofreu “corte profundo no supercílio, exposição do osso da face e traumatismo craniano” e levou 19 pontos no rosto. Já a criança teve ferimentos na pálpebra e sangramento nasal. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A família contou que precisou sair sozinha do parque aquático e se deslocou por conta própria até a Santa Casa de São João del Rei, a cerca de 25 minutos do resort, para receber atendimento médico. Eles foram liberados apenas no início da noite, cerca de oito horas depois do acidente. Ainda, de acordo com a decisão, não havia placas, orientações ou regras de uso do brinquedo, nem informações sobre peso, altura ou idade mínima. Também afirmou que nenhum funcionário estava no local para prestar auxílio, o que deixou a família sem assistência imediata. À Justiça, o Santíssimo Resort alegou que o equipamento foi usado de maneira inadequada porque mãe e filho desceram juntos, com o adulto segurando a criança no colo. Afirmou também que houve acompanhamento por parte de funcionários e que um gerente teria prestado apoio no trajeto até o hospital. A juíza não aceitou a argumentação.
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