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    Representantes de autoescola são levados à delegacia por suspeita de documento irregular em Itaperuna

    há 19 horas

    Prova do Detran sendo realizada em Itaperuna Gabriel Clalp Representantes de uma autoescola de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, foram levados para a delegacia após suspeita de irregularidades na documentação de uma motocicleta usada em uma prova prática do Detran para obtenção da CNH, na categoria A. O caso aconteceu no último sábado (20), durante exame realizado na pista do Mercado do Produtor. A situação foi identificada por um examinador do Detran durante a conferência do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Agora no g1 Segundo o órgão, foram encontradas divergências entre o documento apresentado e as informações registradas no sistema. Após o questionamento, ainda de acordo com o Detran-RJ, um segundo CRLV da mesma motocicleta foi apresentado, mas novas inconsistências também teriam sido verificadas, reforçando a suspeita de falsificação documental. A Polícia Militar foi acionada e os envolvidos, incluindo a proprietária da autoescola, foram conduzidos à 143ª Delegacia de Polícia de Itaperuna. O Detran informou que a consulta ao sistema apontou que a motocicleta estava com o licenciamento vencido desde 2024, enquanto o documento apresentado indicava regularização referente ao ano de 2025. Os documentos foram apreendidos e passarão por análise técnica. O órgão também informou que abrirá um processo administrativo para apurar o caso. Dependendo do resultado, a autoescola pode sofrer sanções, que vão desde suspensão até cassação do credenciamento. A motocicleta foi impedida de ser utilizada em provas práticas enquanto permanecer com o licenciamento irregular. Em nota, a representante da autoescola afirmou que acompanha o caso, busca esclarecimentos junto aos órgãos competentes e está colaborando com as investigações. Segundo ela, não houve cancelamento das provas e nenhum candidato foi prejudicado. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que irá apurar a autenticidade dos documentos apresentados. Até o momento, não há conclusão oficial sobre eventual prática de crime.
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