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    Preso é investigado por comprar imóvel de R$ 500 mil em nome de servidora pública para lavar dinheiro no RS

    há 2 meses

    MP deflagra operação após preso comprar imóvel em nome de servidora pública em suposto esquema de lavagem de dinheiro MP-RS/Divulgação O Ministério Público do Rio Grande do Sul cumpriu, nesta segunda-feira (20), em Pelotas, três mandados de busca e apreensão contra suspeitos de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico de drogas. O alvo é um dos mandantes de uma organização criminosa que está preso — ele não teve o nome divulgado. De acordo com a investigação, ele teria adquirido um apartamento avaliado em R$ 500 mil que está no nome de uma servidora pública estadual para utilizá-lo em suposto esquema de lavagem de dinheiro. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A apuração aponta que o esquema teria objetivo de beneficiar familiares do criminoso preso. A servidora não teve seu nome divulgado. Conforme o coordenador estadual do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o promotor de Justiça Rogério Meirelles Caldas, documentos indicaram a compra ainda na planta. “Entre os materiais, havia um recibo de aquisição do imóvel, utilizado para lavar dinheiro de origem criminosa e beneficiar um familiar do líder da organização criminosa”, afirmou. Veja os vídeos que estão em alta no g1 As investigações apontam que a lavagem de dinheiro é atribuída ao núcleo financeiro do apenado, já condenado por associação para o tráfico de drogas. Ainda conforme a Promotoria, ele acumula seis condenações com trânsito em julgado por crimes como homicídio qualificado e posse de arma de fogo de uso restrito, tendo iniciado sua trajetória criminosa em 2004. O total de pena é de aproximadamente 20 anos de reclusão. A ação da polícia aconteceu no apartamento e na construtora responsável pela obra. Documentos e um celular foram apreendidos. Três pessoas associadas ao caso estão sendo investigadas. A ofensiva foi denominada como Operação Hibernação e é um desdobramento das Operações Caixa-Forte I e II, que têm como foco a dissimulação de valores ilícitos por meio da aquisição de bens. A Operação Caixa-Forte teve a primeira fase deflagrada em dezembro de 2023, em Pelotas, com foco no combate ao tráfico de drogas e ao ingresso de celulares e outros ilícitos no presídio regional do município. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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