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    Prefeito de Santos promete apoio à investigação da morte de engenheiro após ato pró-Lula: 'Faremos justiça'

    1 week ago

    Grupo fez live agredindo e roubando engenheiro que morreu após se afastar de ato pró-Lula O prefeito Rogério Santos (Republicanos) afirmou o compromisso com as investigações da morte do engenheiro Marcelo de Oliveira Rocha, agredido e roubado por um grupo de criminosos após participar de um ato pró-Lula, em Santos, no litoral de São Paulo. Em uma publicação nas redes sociais nesta terça-feira (27), Rogério garantiu que todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas e que todo o suporte às autoridades competentes está sendo prestado para contribuir com as investigações e o esclarecimento do caso. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. "A violência não pode ser banalizada. A vida precisa ser respeitada, e a Justiça precisa prevalecer. Faremos justiça, Marcelo! 🖤", escreveu o prefeito. Rogério destacou ainda que a morte do engenheiro é uma tragédia que entristece profundamente. "Por trás dessa perda irreparável, há uma família, amigos e uma história interrompida de forma brutal. Neste momento de dor, minha solidariedade a todos os amigos e parentes", acrescentou. Quem era o engenheiro que morreu após ser agredido e roubado ao se afastar de ato pró-Lula Prefeito Rogério Santos (Republicanos) afirma compromisso com as investigações da morte do engenheiro Marcelo de Oliveira Rocha Reprodução/Instagram O caso Marcelo participava de uma apresentação da Banda Esquerdantina, em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na madrugada de sábado (24). Ele se afastou do evento para ir ao banheiro, quando foi abordado e agredido por ao menos sete homens, que gravaram o crime. Segundo testemunhas ouvidas pelo g1, os amigos estranharam a demora de Marcelo no banheiro e começaram a procurá-lo. Ainda de acordo com os relatos, o engenheiro foi encontrado desacordado na esquina da Avenida Conselheiro Nébias com a Rua Henrique Ablas. O jovem chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e internado na Santa Casa de Santos. Ele teve a morte cerebral confirmada na segunda-feira (26), após ser transferido para o Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Polícia investiga Engenheiro é agredido e roubado por grupo após se afastar de ato pró-Lula O boletim de ocorrência havia sido registrado como lesão corporal, mas a natureza do crime foi alterada após a morte de Marcelo. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o caso passou a ser investigado como latrocínio porque o celular e outros pertences do homem foram levados pelos agressores. Ainda de acordo com a SSP-SP, a equipe do 4º Distrito Policial (DP) está empenhada em identificar e localizar os agressores da vítima. Para isso, os policiais analisam imagens de câmeras de monitoramento e de redes sociais do momento em que Marcelo foi abordado e agredido. Os investigadores também trabalham a partir de depoimentos de testemunhas para individualizar a conduta de cada agressor. Questionada pela equipe de reportagem, a SSP-SP não informou se apura a possibilidade de crimes de ódio. Repúdio Marcelo de Oliveira Rocha foi agredido após se afastar de um ato político pró-Lula em Santos Redes sociais Por meio de nota, a Esquerdantina confirmou ao g1 que Marcelo foi agredido e deixado inconsciente no local, onde foi socorrido. O grupo afirmou que exige "a rápida apuração e consequente punição aos responsáveis". Embora a motivação da agressão ainda não tenha sido esclarecida, a Esquerdantina também manifestou repúdio à homofobia. "Manifestamos nossa solidariedade à vítima e seus familiares, bem como nosso firme repúdio à homofobia, alertando para os riscos que todos corremos ao naturalizar, proteger ou promover o ódio como método de intimidação política", ressaltou. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
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