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    Preços de imóveis residenciais disparam 6,52% em 2025; veja as capitais mais caras

    4 days ago

    Imóveis na região central de São Paulo. Fábio Tito/G1 Comprar um imóvel residencial ficou, em média, 6,52% mais caro em 2025, segundo dados do Índice FipeZAP divulgados nesta terça-feira (6). O resultado representa a segunda maior alta anual dos últimos 11 anos, ficando atrás apenas de 2024, quando os valores avançaram 7,73%. O aumento superou a inflação ao consumidor em 2025, estimada em 4,18% pelo FipeZAP com base no IPCA acumulado até novembro e no IPCA-15 de dezembro. Os cálculos apontam uma alta real (descontada a inflação) de 2,24% nos imóveis. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Paula Reis, economista do Grupo OLX, explica que o aumento está relacionado ao desempenho da economia brasileira, que deve fechar 2025 com bons resultados, especialmente no mercado de trabalho. "O efeito da alta dos juros [atualmente em 15% ao ano] foi parcialmente compensado pelo aumento da renda em geral. O financiamento imobiliário ficou mais caro, mas continuou cabendo no orçamento de parte das famílias", diz. Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,2% no trimestre terminado em novembro, mostrou a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. Essa é a menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012. Já o Produto Interno Bruto (PIB) — que terá o resultado oficial de 2025 divulgado em março — superou as projeções do mercado. No início do ano, a previsão era de uma alta na casa dos 2,04%. Agora, espera-se um crescimento em torno de 2,3%. LEIA TAMBÉM: Minha Casa, Minha Vida: compra de usados dispara e preocupa setor de construção; entenda Programa impulsiona mercado imobiliário no 1º trimestre, apesar de Selic alta Caixa volta a permitir mais de um financiamento ao mesmo tempo; entenda Alta nas capitais O FipeZAP acompanha o preço médio de imóveis em 56 cidades brasileiras, com base em anúncios veiculados na internet. Segundo o levantamento, nenhum entre os municípios monitorados registrou queda nos preços em 2025. No ano anterior, Santa Maria (RS) havia sido o único, com recuo de 1,5%. Entre as capitais, os maiores avanços no ano foram observados em Salvador (16,25%), João Pessoa (15,15%), Vitória (15,13%), São Luís (13,91%) e Fortaleza (12,61%). As menores altas foram registradas em Brasília (4,05%), Goiânia (2,55%) e Aracaju (2,23%). Na prática, essas cidades tiveram queda real, já que os reajustes ficaram abaixo da inflação estimada para o período. Veja a variação das capitais na arte abaixo. Avanço nos preços dos imóveis residenciais em 2025, segundo o FipeZAP. Arte/g1 Preço de venda O preço médio de venda de imóveis residenciais, calculado para as 56 cidades, foi de R$ 9.611/m², segundo dados de dezembro. Considerando essa base, um apartamento de 50 metros quadrados custou, em média, R$ 480,5 mil. Os imóveis de um dormitório registraram preço médio de venda superior aos de dois dormitórios. Eles foram negociados a R$ 11.669/m², contra R$ 8.622/m². A cidade mais cara da lista é Balneário Camboriú (SC), onde o metro quadrado do imóvel custa, em média, R$ 14.906. No caso de uma residência de 50 metros, por exemplo, o valor no município é de R$ 745,3 mil. Quando consideradas as 22 capitais brasileiras medidas pelo índice, Vitória (ES) lidera: R$ 14.108/m². Em seguida, estão Florianópolis (R$ 12.773/m²) e São Paulo (R$ 11.900/m²). A cidade com o metro quadrado mais barato é Pelotas (RS), custando R$ 4.353, em média. Com isso, um imóvel de 50m² custaria em torno de R$ 217,6 mil. Veja o preço médio de venda nas capitais (m²), em dados de dezembro. Vitória: R$ 14.108 Florianópolis: R$ 12.773 São Paulo: R$ 11.900 Curitiba: R$ 11.686 Rio de Janeiro: R$ 10.830 Belo Horizonte: R$ 10.642 Maceió: R$ 9.836 Brasília: R$ 9.754 Fortaleza: R$ 8.963 São Luís: R$ 8.617 Recife: R$ 8.446 Belém: R$ 8.341 Goiânia: R$ 8.139 Salvador: R$ 7.972 João Pessoa: R$ 7.970 Porto Alegre: R$ 7.505 Manaus: R$ 7.189 Cuiabá: R$ 6.801 Campo Grande: R$ 6.330 Natal: R$ 6.146 Teresina: R$ 5.789 Aracaju: R$ 5.282 Preço médio entre as 56 cidades monitoradas: R$ 9.611
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