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    Prainha desativa usina a diesel e passa a integrar Sistema Interligado Nacional

    1 month ago

    Município do Baixo Amazonas deixa de depender de usina termelétrica e passa a contar com energia mais estável e sustentável Equatorial Energia A cidade de Prainha, no oeste do Pará, passou a integrar o Sistema Interligado Nacional (SIN) após desativar sua antiga usina termelétrica. O encerramento definitivo dos motores a diesel ocorreu após a conclusão das obras da concessionária de energia elétrica. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp O projeto demandou investimentos de aproximadamente R$ 71,6 milhões para a construção de uma infraestrutura moderna e sustentável. As obras incluíram uma nova linha de distribuição e uma subestação com tensão de 34,5 kV, equipada com dois transformadores com capacidade instalada de 12,6 MVA. A nova estrutura é supervisionada remotamente, o que garante maior segurança operacional. “A subestação de Prainha é monitorada em tempo real pelo Centro de Operação Integrado (COI), essa tecnologia permite manobras remotas e agilidade no restabelecimento do serviço em casos de contingência”, declarou Lana Graziene, gerente de obras da concessionária. O sistema de distribuição local também foi reformulado com a instalação de dois alimentadores urbanos e um rural, equipados com disjuntores de alta performance. O objetivo principal é reduzir as perdas elétricas e garantir que o fornecimento permaneça estável para os cerca de 35,5 mil habitantes do município. Além dos ganhos operacionais, a mudança reflete diretamente na preservação ambiental da Amazônia. A substituição da geração a diesel evita a emissão de cerca de 606 toneladas de gás carbônico (CO2) por mês na atmosfera, o que representa mais de 7,2 mil toneladas a menos do poluente ao longo de um ano. Desde 2012, a concessionária responsável pelo serviço já desativou 23 usinas a diesel em todo o estado do Pará. O planejamento estratégico da empresa prevê encerrar a operação de outras nove estruturas termoelétricas poluentes até o final do ano de 2027. VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região
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