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    Possíveis irregularidades na custódia de policial penal no Huse serão apuradas pelo MP

    há 1 mês

    Possíveis irregularidades na custódia de policial penal no Huse serão apuradas pelo MP O Ministério Público de Sergipe (MPSE) está apurando possíveis irregularidades na custódia do policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, acusado de matar a namorada em um hotel de Aracaju. A informação foi obtida e divulgada, com exclusividade, pelo SE2 desta sexta-feira (17). Há suspeitas de que o preso tenha recebido visitas sem autorização judicial e de que andou livremente pelo Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), enquanto estava hospitalizado, sem o uso de algemas e acompanhamento adequado, além de um possível acesso ao celular. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp O MPSE questionou a ausência de comunicação ao judiciário sobre a ida do custodiado à unidade de saúde. Diante da gravidade das denúncias, foram solicitadas informações detalhadas ao hospital, o envio de imagens de segurança e esclarecimentos da unidade prisional responsável pela escolta. Tiago Sóstenes é o principal suspeito pelo assassinato da empresária Flávia Barros dos Santos, em março deste ano. Segundo as investigações, ele teria efetuado os disparos e também atirado contra si. Na ocasião, ele foi socorrido, levado ao hospital e, depois, transferido para o Presídio Militar, de onde ele foi levado no dia 9 de abril para o Huse. Tiago Sóstenes Miranda de Matos era diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso Reprodução/Redes Sociais Procuradas pela equipe do SE2, as promotoras de justiça, Luciana Duarte e Cláudia Daniela Franco, preferiram não se manifestar enquanto não chegarem as informações concretas do hospital sobre a denúncia. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que não recebeu nenhuma solicitação de informações pelo MPSE, referente à conduta quanto ao período em que o policial penal permaneceu internado na unidade hospitalar. A SES destacou ainda que a responsabilidade do Huse em relação ao paciente é apenas de caráter assistencial e cuidados necessários relacionados à saúde, cabendo aos órgãos competentes a custódia e a vigilância. Tiago Sóstenes recebeu alta hospitalar nesta sexta-feira (17). A Polícia Militar ainda não se manifestou sobre o assunto. A defesa do policial penal não foi localizada. Flávia Barros, vítima de feminicídio, e Tiago Sóstenes, suspeito de feminicídio. Reprodução redes sociais LEIA TAMBÉM: Policial penal suspeito de matar namorada em hotel de Aracaju usou arma funcional, diz SSP Diretor de conjunto penal da Bahia suspeito de matar namorada havia começado relacionamento há uma semana
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