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    Portugal fecha urnas em eleição presidencial

    9 hours ago

    Portugal vai às urnas para escolher novo presidente em disputa acirrada A votação para a eleição presidencial em Portugal foi encerrada neste domingo (18) às 19h pelo horário local (16h em Brasília), após um dia de disputa entre candidatos da esquerda, do centro-direita e da extrema direita, em um dos pleitos mais fragmentados da história recente do país europeu. Menos de um ano depois das últimas eleições legislativas, que renovaram o Parlamento e definiram o primeiro-ministro, cerca de 11 milhões de portugueses voltaram às urnas para escolher o próximo presidente da República. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A apuração dos votos tem início imediatamente após o fechamento das urnas, mas a divulgação dos resultados oficiais ocorre apenas depois do encerramento da votação nos Açores, onde o fuso horário é uma hora atrasado em relação ao restante do país. ➡️ Em Portugal, país com modelo de governo semipresidencialista, o presidente é o chefe de Estado e exerce funções mais cerimoniais — é o primeiro-ministro quem chefia o governo e comanda o Executivo. Em momentos de crise, no entanto, a figura presidente ganha mais peso político: além de comandar as Forças Armadas, pode dissolver o Parlamento, destituir o governo e convocar eleições. O cargo é ocupado há quase uma década por Marcelo Rebelo de Sousa, de centro-direita, que ficou marcado por uma postura conciliadora e pela condução do país em meio a sucessivas crises políticas. Impedido pela Constituição de concorrer a um terceiro mandato consecutivo, Rebelo de Sousa convocou o novo pleito, abrindo espaço para uma corrida inédita ao Palácio de Belém. Caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos, um segundo turno está previsto para 8 de fevereiro. Se confirmado, será a primeira vez em quatro décadas que uma eleição presidencial em Portugal não será decidida já no primeiro turno. Embora lidere as últimas sondagens, o candidato da extrema direita, André Ventura, chega à reta final da disputa com a maior taxa de rejeição entre os principais concorrentes — cerca de 60%, segundo pesquisas recentes. Esse índice sugere que ele poderia perder um eventual segundo turno contra qualquer um dos outros favoritos. Para o professor de Ciências Políticas da Universidade Católica de Lisboa José Castello Branco, ouvido pela agência Reuters, ainda assim uma ida ao segundo turno já representaria uma vitória política para Ventura e para o Chega, ao ampliar o poder de negociação do partido diante do atual governo minoritário de centro-direita. “É uma corrida completamente aberta”, afirmou o professor. Candidato pelo Chega, da extrema direita, André Ventura bebe vinho durante campanha presidencial, em 9 de janeiro de 2026. Pedro Nunes/ Reuters Disputa acirrada Ao todo, onze partidos lançaram candidatos. Pela primeira vez, três forças políticas chegaram à reta final da campanha em condição de relativa igualdade O avanço do Chega, partido de extrema direita que se tornou a segunda maior força política do país nas últimas eleições parlamentares, redesenhou o cenário tradicionalmente polarizado entre socialistas e sociais-democratas. Uma pesquisa de intenção de voto feita pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP), da Universidade Católica do país, indica o seguinte cenário: André Ventura, líder do Chega, lidera a corrida eleitoral por uma pequena margem, com 24% das intenções de voto; Em segundo lugar, está o socialista António José Seguro, com 23%; João Cotrim de Figueiredo, deputado do Parlamento Europeu do partido de centro-direita Iniciativa Liberal, aparece 19% das intenções de voto; Luis Marques Mendes, da coligação de centro-direita Partido Social-Democrata (PSD)/ Aliança Democrática (AD) — que tradicionalmente disputava a presidência com os socialistas — aparece apenas na 4ª posição, com 14% dos votos. Esses números têm variado nos últimos dias, e a pesquisa aponta que um terço dos eleitores podem mudar de ideia em cima da hora. Isso é um reflexo da instabilidade política que Portugal vive nos últimos anos, segundo disse à agência de notícias Reuters o cientista político António Costa Pinto. "A fragmentação do eleitorado continua, tornando provável que os candidatos dos dois partidos tradicionais recebam menos votos do que os seus partidos obtiveram nas eleições parlamentares do ano passado (em que o Chega ultrapassou os Socialistas)", disse o professor. Freira vota em eleições presidenciais de Portugal, em 18 de janeiro de 2026. Pedro Nunes/ Reuters Veja os vídeos que estão em alta no g1 O candidato à presidência de Portugal João Cotrim Figueiredo durante ato de campanha, em 15 de janeiro de 2026. Pedro Nunes/ Reuters ​
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