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    Polícia do Irã diz entender reivindicações de manifestantes, mas não vai tolerar o 'caos'

    7 hours ago

    Após mortes em protestos, Trump diz que EUA podem intervir no Irã A polícia iraniana assegurou que entende as reivindicações de natureza econômica dos manifestantes, mas advertiu que não vai tolerar nenhum "caos", segundo um comunicado divulgado pela agência de notícias Isna nesta sexta-feira (2). "Estes protestos, de caráter puramente econômico e cívico, expressam a vontade do povo de melhorar suas condições de vida", disse o porta-voz da polícia, Said Montazeralmahdi, em declarações incomumente conciliadoras por parte das forças de ordem em relação aos manifestantes. "A polícia diferencia claramente as demandas legítimas da população e as ações destrutivas [...] e não permitirá que nenhum inimigo transforme os protestos em caos", acrescentou o porta-voz. O país vive uma escalada de tensões na última semana. Nesta sexta, o chefe do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que as bases e tropas dos EUA no Oriente Médio são "alvos legítimos" de ataques do Irã se Donald Trump realmente intervier na reação do governo a manifestantes no país. O presidente americano havia afirmado que os EUA podem agir caso o governo do Irã use violência letal contra manifestantes que fazem protestos pelo país desde o início da semana. Em uma publicação na rede social Truth Social, Trump disse que os EUA estão “prontos para agir” se pessoas que protestam de forma pacífica forem mortas. A declaração de Trump ocorre após a morte de sete pessoas durante uma onda de protestos no Irã, considerados os maiores dos últimos três anos. As manifestações começaram por conta da crise econômica no país e acabaram se tornando violentas em várias regiões (leia mais abaixo). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Onda de protestos Os protestos tiveram início no domingo (28), quando comerciantes passaram a reclamar da condução da economia pelo governo, especialmente da forte desvalorização da moeda local e do aumento dos preços. Os protestos ganharam força na segunda-feira (29), quando centenas de pessoas saíram às ruas para reclamar da crise econômica e do alto custo de vida. Em Teerã, comerciantes aderiram às manifestações e fecharam lojas em sinal de protesto. Com o apoio de estudantes, os atos se espalharam para outras regiões do país. Diante da pressão, o governo do presidente Masoud Pezeshkian informou que abriu um canal de diálogo com representantes da sociedade para ouvir as reivindicações da população. “Reconhecemos oficialmente os protestos. Ouvimos essas vozes e sabemos que isso tem origem na pressão natural provocada pelas dificuldades no sustento da população”, afirmou a porta-voz do governo na terça-feira. A economia iraniana enfrenta dificuldades há anos. Um dos principais motivos foi a volta das sanções dos Estados Unidos em 2018, depois que Trump, em seu primeiro mandato, decidiu retirar o país do acordo nuclear internacional.
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