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    PF prende falso ‘policial judicial’ que guardava rifles no armário

    10 hours ago

    PF prende falso ‘policial judicial’ que guardava rifles no armário A Polícia Federal (PF) iniciou na manhã desta sexta-feira (29) a Operação Fallax, contra a compra ilegal de armas de fogo e munição com uso de documentos falsos no Rio de Janeiro. Durante a ação, um homem foi preso em flagrante em sua residência, na Tijuca, Zona Norte, por posse ilegal de arma de fogo de calibre restrito e falsificação de documento público. Na casa dele a PF apreendeu 2 escopetas, 1 fuzil e 1 rifle — que estavam em um armário —, além de 5 pistolas, carregadores e balas. Ainda segundo a Polícia Federal, o homem se apresentava como agente de “Polícia Judicial” e utilizava carteira funcional, distintivos e outros elementos de identificação para aparentar legitimidade perante terceiros. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Armas apreendidas pela PF na Operação Fallax Divulgação/PF Policiais federais da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas cumpriram mandados de busca e apreensão em 3 endereços ligados ao suspeito e à empresa controlada por ele. Segundo a PF, a investigação revelou que o homem utilizava documentação fraudulenta para comprar projéteis e negociar material bélico em estabelecimentos comerciais do RJ. As apurações identificaram o uso de Certificados de Registro de Arma de Fogo (Crafs) com dados divergentes ou inexistentes nos sistemas oficiais. De acordo com a PF, também foram apresentados porte de arma, termo de cautela, carteira funcional e outros documentos supostamente falsos. Armas apreendidas pela PF na Operação Fallax Divulgação/PF Uso de documentos atribuídos ao STM A investigação apontou também o uso de documentos atribuídos ao Superior Tribunal Militar (STM). Conforme a PF, os documentos não possuíam correspondência nos registros oficiais do órgão. A corporação informou que o suspeito poderá responder pelos crimes de falsificação de documento público e uso de documento falso. Outros delitos poderão ser incluídos no inquérito à medida que as investigações avancem, especialmente os previstos no Estatuto do Desarmamento. Camisas na casa de preso pela PF Divulgação/PF
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