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    PF diz que Vorcaro planejou flagrante de drogas contra DJ ex-marido de Martha Graeff

    1 day ago

    Em troca de mensagens com a então namorada, Vorcaro diz que negócio de banco é igual a máfia Jornal Nacional/ Reprodução O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, articulou um plano para forjar um flagrante de drogas contra o ex-jogador da NBA e DJ Ronald Fred Seikaly, ex-marido de sua então namorada, Martha Graeff, segundo documentos da Polícia Federal (PF) tornados públicos nesta terça-feira (16) por determinação do ministro André Mendonça, relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal). Os documentos mostram ainda que Vorcaro pagou quase R$ 500 mil em viagens do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para Nova York, Paris e Courchevel. Esse relatório embasou decisões tomadas por Mendonça no inquérito do caso Master. Agora no g1 De acordo com o relatório, o empresário mobilizou Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, e outros integrantes do grupo “A Turma”. Em mensagens interceptadas pela PF, Vorcaro afirmou que investiria R$ 10 milhões na operação e sugeriu contratar uma pessoa para seguir o DJ, que vive em Miami, e simular um episódio envolvendo entorpecentes, com o objetivo de criar um flagrante e provocar sua prisão ou constrangimento. Vorcaro também pediu ao grupo que recorresse a um suposto “amigo da Interpol” para auxiliar na ação contra o DJ. Segundo a investigação, a motivação seria uma desavença entre Seikaly e o filho do banqueiro. A Polícia Federal ainda não conseguiu identificar quem seria a pessoa mencionada. Martha Graeff, ex-namorada de Daniel Vorcaro, é modelo e influenciadora. Reprodução/Instagram/@marthagraeff Os diálogos analisados pela PF mostram que diferentes estratégias foram discutidas para atingir o DJ. Uma delas previa atraí-lo ao Brasil para uma apresentação no Rio de Janeiro ou em Belo Horizonte. Segundo o relatório, Vorcaro avaliava que em território brasileiro, seria possível submetê-lo à pressão da "Turma" e de agentes ligados à milícia e à polícia. O plano, porém, não foi adiante. De acordo com as investigações, estratégia que avançou de forma mais concreta envolveu a elaboração de um documento falso destinado à Interpol para tentar intimidar Seikaly.
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