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    PF deflagra operação para investigar pressão a servidores da Defensoria Pública de Roraima por apoio a candidatos

    12 hours ago

    PF deflagra operação para investigar pressão a servidores da Defensoria Pública de Roraima por apoio a candidatos DPE-RR/Divulgação/Arquivo A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã deste sábado (26), a Operação Auctoritas para desarticular um esquema de compra de votos e assédio eleitoral que utilizava a estrutura da Defensoria Pública do Estado de Roraima (DPE-RR). A suspeita é de que a estrutura criminosa atuava para beneficiar um candidato a deputado estadual e de um candidato à reeleição como deputado federal. Eles não foram alvos na operação. O g1 apurou que os suspeitos cobravam metas de público em reuniões, exigiam parte dos salários de funcionários para pagar despesas de campanha e ofereciam até R$ 1 mil por voto aos eleitores. Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Boa Vista e em Rorainópolis, região Sul do estado. As ordens foram expedidas pela Justiça Eleitoral. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Como o esquema funcionava A estrutura usava funções públicas para constranger servidores e aliciar eleitores comuns. As ações eram divididas em três frentes: Assédio e pressão financeira: Servidores que ocupam cargos comissionados na DPE-RR estariam sendo obrigados a repassar R$ 1 mil dos próprios salários. Além do dinheiro, eles precisavam entregar duas cestas básicas para financiar as campanhas dos candidatos; Metas no WhatsApp: Em um grupo de mensagens, servidores eram cobrados diariamente para levar convidados a reuniões políticas. A meta era de 100 pessoas por evento. Quem faltasse, precisava se justificar individualmente aos chefes; Compra de votos: Nas ruas e no interior, eleitores entregavam cópias de documentos em troca da promessa de receber R$ 1 mil por familiar. Também havia a oferta de produtos domésticos. Trocas de mensagens em um aplicativo revelaram o tom das cobranças aos subordinados. Em alguns trechos, um coordenador escrevia: "Mandem a lista de confirmados!", "Meta da reunião: 100 pessoas" e "Cadê os demais que ainda não se manifestaram. Tô acompanhando aqui". Agora no g1 Esta reportagem está em atualização*
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