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    Pedro Mizutani manda 'aquele abraço aos ratos vivos' em álbum 'lo-fi' em que vai além da bossa dos primeiros EPs

    10 hours ago

    Pedro Mizutani lança em 22 de maio o primeiro álbum, 'Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos', com 11 faixas João Moura / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Cantor e compositor carioca de 24 anos, Pedro Mizutani cresceu imerso nas águas serenas da bossa nova, norte dos três primeiros EPs – “Aperana” (2023), “Pensando baixo” (2024) e “Mostrando os dentes” (2025) – desse artista que ouviu muito João Gilberto (1931 – 2019) e Nara Leão (1942 – 1989). Contudo, Mizutani se espraia por outros sons no primeiro álbum, “Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos”, programado para ser lançado em 22 de maio via Nice Guy Records, selo indie francês focado em indie pop, som lo-fi e outras bossas. É na praia do indie rock, do folk e do lo-fi pop que Pedro Mizutani se situa, mixando violão e sintetizadores, em álbum essencialmente acústico gravado com produção musical assinada por Guilherme Lírio – nome associado ao trabalho com Ana Frango Elétrico – e Paulo Emmery. Com músicas inéditas como “Bird on net” (canção bilíngue em português e em inglês traduzida como “Pássaro na rede”), “Escassez” e “Queria ter nove”, o álbum “Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos” foi antecedido pelos singles “Dia azul” (2025), “Presente” (2026), “Colchão” (2026) e “Puer aeternus (19)” (2026). A intenção de Mizutani foi cantar um Rio de Janeiro contemporâneo influenciado pelo que o artista rotula como “nova MPB”. Ao longo de onze faixas, Mizutani versa sobre a realidade de viver e crescer na cidade natal como um jovem adulto carioca em 2026, abordando temas como os vícios em substâncias e em telas, além da batalha para conservar a saúde mental em mundo conturbado e poluído pelo excesso de informações. No manifesto que acompanha “Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos”, Pedro Mizutani caracteriza o álbum como “os relatos mais verdadeiros de um rato que chama a si mesmo de rato vivo”, explicando o título atraente do álbum e descrevendo as próprias emoções com mix de “orgulho e vergonha”. Capa do álbum 'Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos', de Pedro Mizutani Divulgação
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