Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Pastores suspeitos de estuprar meninas em RR fugiram para AM após denúncias das vítimas

    11 hours ago

    Casal de pastores investigado por estuprar meninas usava religião para manipular vítimas em RR Os pastores evangélicos Wenderson Lima de Souza, de 32 anos, e Arielly Kamila Moraes de Souza, de 24 anos, investigados por estuprar ao menos seis meninas em Roraima, fugiram para Manaus (AM) após descobrirem que foram denunciados pelas vítimas. O casal fugiu de Boa Vista no dia 27 de abril e levou consigo o dinheiro dos dízimos e ofertas da igreja, segundo depoimento de uma tesoureira da igreja. As informações constam no inquérito conduzido pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), ao qual o g1 teve acesso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp A fuga do casal ocorreu logo após Wenderson descobrir o início da investigação criminal sobre os crimes sexuais. Para dificultar o rastreamento, os suspeitos passaram a utilizar números de telefone cadastrados em nome de terceiros, incluindo chips do estado do Acre. Em nota ao g1, a defesa do casal informou que eles são inocentes, primários, têm bons antecedentes e que nunca responderam a processos criminais. Disse ainda que tenta acesso aos autos para se manifestar sobre o pedido de prisão. Segundo a Polícia Civil, mesmo em Manaus, o pastor Wenderson manteve contato com as vítimas e continuou a cometer abusos contra uma delas por meio de videochamadas. Durante ligações, o suspeito se exibia e ordenava que uma das jovens também se exibisse. Celular quebrado com marreta Para tentar encobrir os crimes, o casal orquestrou a destruição de provas. Na madrugada do dia 28 de abril, Wenderson enviou uma mensagem pedindo que uma vítima fosse à igreja buscar um celular antigo dele, por medo da apreensão do aparelho, que continha provas. Ela foi ao local acompanhada de outras duas integrantes da congregação e, por ordem do pastor, o aparelho foi destruído a marretadas. A ação foi executada por Raquel Barros Lira da Silva, de 20 anos, apontada como tesoureira da igreja dos pastores, que acabou indiciada por fraude processual e corrupção de menores. O g1 solicitou um posicionamento à defesa de Raquel Barros Lira da Silva, mas não teve retorno até a última atualização da reportagem. Os restos do celular foram jogados em um bueiro próximo à Avenida Ville Roy, em Boa Vista. Além disso, para forjar um álibi, Wenderson orientou uma vítima a registrar um Boletim de Ocorrência online relatando falsamente a perda do celular na capital. Dias depois da fuga, a pastora Arielly também agiu para destruir provas. Ela pediu que uma vítima excluísse a conta de e-mail dela, que continha cerca de 14 mil fotos e vídeos, além de contatos e do canal do YouTube vinculado à igreja. Casal de pastores evangélicos Wenderson Lima de Souza e Arielly Kamila Moraes de Souza Arquivo pessoal LEIA TAMBÉM: Quem é o casal de pastores suspeito de estuprar meninas em Roraima Casal de pastores é suspeito de abusar sexualmente de seis meninas Casal de pastores suspeito de estuprar meninas em Roraima está foragido Casal de pastores suspeito de estuprar meninas usava regra de expulsão por 'rebeldia' da igreja para evitar denúncias Manipulação e desvio de dinheiro Após a fuga, o casal manteve a articulação para manipular testemunhas. Eles convocaram uma reunião remota com líderes da igreja para apresentar uma versão falsa dos fatos, culpando outro pastor por querer tomar a presidência da instituição. Arielly chegou a ligar para uma vítima na noite anterior ao depoimento na delegacia e a intimidou: "Já sei que você vai depor contra a gente, mas tá bom, Deus abençoe sua vida". Segundo depoimento de Raquel Barros Lira da Silva, desde 2024 todas as saídas financeiras da instituição eram direcionadas para contas bancárias pessoais de Wenderson e Arielly. Quando fugiram de Roraima, eles levaram consigo todo o dinheiro arrecadado dos fiéis. Raquel disse a uma das vítimas que, após a fuga dos investigados, cogitou falsificar um relatório financeiro para encobrir irregularidades. Crimes investigados A investigação contra o casal começou em abril, a partir da denúncia de uma adolescente de 14 anos. Wenderson é investigado por seis crimes: estupro de vulnerável, importunação sexual, favorecimento da exploração sexual de adolescente ou pessoa vulnerável, registro não autorizado de intimidade sexual, fraude processual e falsidade ideológica. Arielly responde por estupro de vulnerável, importunação sexual e fraude processual. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Mato Grosso supera 239 mil sistemas de energia solar e está entre os estados que mais expandiram geração própria
    Artigo Seguinte
    Engavetamento envolvendo cinco veículos deixa um ferido e bloqueia a BR-381 na Grande BH

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário