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    Operação no RJ desmantela grupo que vendia remédios abortivos e cobrava 'adicional noturno' para acompanhar procedimentos

    13 hours ago

    Operação no RJ desmantela grupo que vendida remédios abortivos Uma operação da Polícia Civil, realizada na última quarta-feira (22), desmantelou uma quadrilha que vendia ilegalmente medicamentos abortivos e oferecia, sob pagamento adicional, ajuda no procedimento. Duas mulheres foram presas. A ação é da Delegacia Especial de Atendimento (Deam) à Mulher de Nova Iguaçu em parceria com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O esquema foi descoberto depois que uma mulher tentou comprar os remédios abortivos, se sentiu lesada, e denunciou o caso na delegacia. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Investigações mostraram que mulheres faziam parte de grupo que vendia remédios abortivos Reprodução/ TV Globo Priscila Fernanda Monteiro de Souza e Naiara Pereira Silva foram levadas para a delegacia. As investigações afirmam que, além de vender os remédios, elas vendiam auxílio nos procedimentos para o aborto. Mas as pessoas que as contratavam tinham que pagar o adicional noturno exigido por elas. O promotor responsável pelo caso contou que as investigações mostraram a presença do grupo em vários pontos do Rio de Janeiro. “A investigação conseguiu identificar células em alguns municípios do estado, como em Duque de Caxias, Maricá, São João de Meriti e Nova Iguaçu. Vendia os remédios e as orientava de forma bastante rudimentar mesmo, perigosa, como proceder para fazer o aborto” disse o promotor Bruno Gangoni. Os investigadores descobriram também que elas monitoravam os abortos em grupos de aplicativos de mensagens. Os remédios eram anunciados pela internet. Policiais apreenderam cartelas de medicamentos, celulares, máquinas de pagamento e cartões. Reprodução/ TV Globo Durante a ocorrência, os policiais apreenderam cartelas de medicamentos, celulares, máquinas de pagamento e cartões. A delegada responsável pelas investigações detalhou que os policiais seguem tentando identificar outros membros do grupo no Estado no Rio de Janeiro e em outras partes do país. “Essa prisão em flagrante foi em decorrência de uma longa investigação da Polícia Civil, da Deam de Nova Iguaçu, em conjunto com o Ministério Público. Nós encontramos farta quantidade de medicamento abortivo. Não tinham a menor preocupação com a saúde, o bem-estar da paciente. O único objetivo era o lucro”, afirmou a delegada Mônica Areal. A TV Globo não conseguiu contato com a defesa das duas mulheres presas. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
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