Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Operação na Venezuela reacende temores entre líderes europeus de interesse de Trump na Groenlândia

    3 days ago

    Europeus rejeitam intenção de Donald Trump de anexar a Groenlândia Depois de atacar a Venezuela e ameaçar a Colômbia, o presidente dos Estados Unidos decidiu, mais uma vez, intimidar a Groenlândia. A operação na Venezuela também reacendeu temores após declarações do presidente americano de que gostaria de assumir o controle da Groenlândia, território autônomo que faz parte da Dinamarca. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, disse que o povo da Groenlândia já se manifestou contra uma anexação pelos Estados Unidos, mas que é preciso levar Trump a sério. Se os Estados Unidos atacarem um aliado da Otan, disse ela: "acaba tudo, incluindo a Otan e toda segurança que tivemos desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Líderes europeus demonstraram apoio à posição da Dinamarca. Bruxelas disse que não há qualquer comparação possível entre a Venezuela e a Groenlândia, que faz parte do espaço da Otan e tem a soberania garantida por alianças internacionais. Entre alertas geopolíticos, a operação dos Estados Unidos na Venezuela reabre um debate antigo: até onde vai a influência americana no continente, e quais são os limites impostos pelo direito internacional. A porta-voz do governo da França afirmou que Paris não aprova o método utilizado pelos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, disse que a saída de um ditador como Nicolás Maduro é, nas palavras do presidente Emmanuel Macron, uma boa notícia para os venezuelanos. Uma posição que reconhece o resultado, mas condena a forma, diferentemente do sábado, quando as postagens de Macron nas redes sociais comemoravam o fim da ditadura, mas não condenavam a operação militar. Na Alemanha, o governo do primeiro-ministro Friedrich Merz afirmou que todos, inclusive os Estados Unidos, precisam respeitar o direito internacional, e cobrou explicações sobre a base legal da operação. Como bloco, a Europa evitou um confronto com Washington. A Comissão Europeia afirmou que Maduro não tinha legitimidade democrática e que os acontecimentos abrem uma oportunidade para uma transição, mas destacou que essa transição deve ser conduzida pelo povo venezuelano. A China adotou um tom mais duro. Pequim condenou o uso da força, disse que a operação viola o direito internacional, põe em risco a estabilidade, e representa uma ameaça à soberania dos Estados da região.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Colômbia é o país que recebeu maior fluxo de migrantes da Venezuela nos últimos anos; veja como está fronteira
    Artigo Seguinte
    Ventania causa destelhamentos e destrói unidade de saúde na Bahia

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário