Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Operação investiga rede de apoio a chefe de organização criminosa que passou 8 meses foragido

    há 3 meses

    Operação investiga rede de apoio a chefe de organização criminosa durante fuga A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta quarta-feira (4), a Operação Auxilium, que investiga uma rede de apoio a um chefe de uma organização criminosa que passou oito meses foragido após ser alvo de outra operação no estado. A polícia cumpriu um mandado de prisão preventiva, quatro medidas cautelares com uso de tornozeleira eletrônica e 17 mandados de busca e apreensão nas cidades de Caicó, Areia Branca, São João do Sabugi e Petrolina (PE). 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Os alvos teriam agido como rede de apoio a um chefe da organização criminosa armada, investigado por crimes como homicídio, associação para o tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro. Conforme as investigações, os alvos prestaram apoio direto e indireto ao criminoso, que permaneceu foragido por oito meses após ser alvo da “Operação Cerberus I”, deflagrada em 2025. Operação da Polícia Civil do RN investiga grupo suspeito de dar suporte a fuga de chefe de organização criminosa Reprodução "Durante o período de fuga, ele teria recebido suporte em diferentes localidades, incluindo Areia Branca/RN, Sousa/PB, Uberlândia/MG e Campina Grande/PB, onde foi preso em janeiro deste ano. Mesmo foragido, continuou, praticando crimes e exercendo a liderança da organização criminosa com o auxílio do grupo", informou a Polícia Civil. Com o cumprimento das ordens judiciais, um dos investigados foi autuado em flagrante pelo crime de embaraçar investigação de organização criminosa, após destruir e tentar ocultar a localização do próprio aparelho celular. Os suspeitos deverão responder pelo crime de obstrução de investigação de organização criminosa. O suspeito preso foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais cabíveis e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. Todo o material apreendido será analisado e passará por perícia, com o objetivo de dar continuidade às investigações. Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Quem são os advogados investigados por promessas de decisões judiciais favoráveis a presos em Cuiabá
    Artigo Seguinte
    Mulheres ampliam protagonismo na Segurança Pública de Boa Vista

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário