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    Operação da Compesa e Polícia Civil identifica furto de água capaz de abastecer 32 mil pessoas por dia em Caruaru

    há 3 meses

    Operação identifica furto de água capaz de abastecer 32 mil pessoas por dia em Caruaru Reprodução A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e a Polícia Civil cumpriram mandados judiciais em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, após identificar ligações clandestinas na Adutora de Inversão de Jucazinho. A iniciativa foi motivada após a constatação de perdas ao longo da adutora, que eram capaz de abastecer cerca de 32 mil pessoas por dia. Segundo a Compesa, a ação foi realizada na terça-feira (10) e integra a terceira fase de uma operação na região. O objetivo do cumprimento dos mandados judiciais são relacionados a ligações clandestinas na Adutora de Inversão de Jucazinho, sistema considerado estratégico para garantir o abastecimento de água na região. ✅ Receba as notícias do g1 Caruaru e região no seu WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em imóveis e estruturas suspeitas de realizar captações irregulares ao longo da adutora, incluindo desvios utilizados para abastecer propriedades, açudes e outras atividades privadas. Conforme um comunicado da companhia, a diferença entre a vazão produzida e a água efetivamente entregue aos municípios indicava perdas estimadas em 56 litros por segundo, o equivalente a 4,8 milhões de litros por dia, volume suficiente para abastecer cerca de 32 mil pessoas diariamente. A Adutora de Inversão de Jucazinho é uma das principais alternativas emergenciais para garantir o abastecimento dos municípios de: Caruaru; Riacho das Almas; Passira; Cumaru. A Compesa reforça que o furto de água é crime, conforme previsto no Código Penal Brasileiro, e impacta diretamente a população que depende do fornecimento regular. As investigações seguem em andamento e novas medidas poderão ser adotadas pelas autoridades. “No cenário de escassez hídrica da região, as ligações clandestinas agravam o risco de desabastecimento nas cidades”, reforçou a Compesa.
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