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    O que se sabe sobre caso de luzes piscando filmadas em serra no TO

    14 hours ago

    Morador registra luzes em serra e internautas levantam hipóteses no interior do TO Um fenômeno visual registrado no fim de maio em uma serra na zona rural de Xambioá, segue sem explicação e deixa internautas curiosos. O vídeo, feito pelo programador Anderson Oliveira, mostra luzes fortes e intermitentes que piscam em meio à escuridão. Desde a divulgação das imagens, o caso foi acompanhado por um pesquisador de fenômenos anômalos e pela prefeitura da cidade. Enquanto a Força Aérea Brasileira (FAB) monitora o espaço aéreo, especialistas sugerem métodos científicos para identificar a origem das luzes, que até o momento permanecem sem um esclarecimento definitivo. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Confira o que se sabe sobre as luzes piscando vistas na serra em Xambioá: Quando e onde as luzes foram filmadas? As imagens foram registradas na noite de 28 de maio de 2026. O fenômeno ocorreu em uma serra localizada na zona rural de Xambioá, região norte do Tocantins. O autor do vídeo, o programador Anderson Oliveira, realizou a gravação da sacada de sua casa, na zona urbana, com frente para a área de mata. LEIA TAMBÉM: Programador filma luzes em serra no TO e vídeo intriga internautas; assista Pesquisador diz que investigação de luzes piscando filmadas no TO exigiria coleta de amostras do solo Programador que filmou luzes piscando em serra do TO visita o local; FAB diz não ter identificado objetos Luzes foram registradas em vídeo em uma serra na cidade de Xambioá Reprodução/Instagram de Anderson Oliveira O que as imagens mostram? O vídeo exibe pontos luminosos intensos que piscam de forma intermitente. Segundo o pesquisador Rony Vernet, que analisou o material, o padrão é considerado “interessante” por apresentar pontos quase alinhados que alternam cor e intensidade, o que inicialmente afasta explicações comuns como lanternas de acampamento ou faróis de veículos. Algum objeto foi detectado por radares? Não. A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), informou que nenhum objeto foi identificado por radares ou reportado por aeroportos sob a jurisdição do Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV) na data do ocorrido. O controle do espaço aéreo na região seguiu sem registros anômalos. Foram encontrados vestígios no local? O autor da filmagem visitou a serra após a repercussão do caso em busca de provas concretas, mas relatou não ter encontrado vestígios físicos, como marcas no solo ou objetos, que expliquem o que foi gravado. Ele também mencionou ter tido dúvidas sobre o local exato da incidência devido à distância. Qual a hipótese de pesquisadores sobre o fenômeno? O pesquisador Rony Vernet afirma que o Tocantins possui um histórico de fenômenos anômalos em locais isolados. Ele descarta, em análise preliminar, causas simples, mas ressalta que a qualidade das câmeras de celular em ambientes noturnos gera muito "ruído", o que pode distorcer o tamanho real das luzes no foco automático. O que os órgãos públicos locais fizeram? Logo após a divulgação, o prefeito de Xambioá, Mayck Câmara, informou que enviaria uma equipe técnica ao local para apurar a situação. O g1 solicitou um posicionamento, porém, até a última atualização desta reportagem, não houve retorno oficial sobre os resultados da visita ou conclusões alcançadas pela administração municipal. Quais seriam os próximos passos para uma investigação técnica? Segundo especialistas, uma investigação rigorosa exigiria a coleta de amostras do solo para análise química e o uso de magnetômetros para medir possíveis alterações nos campos magnéticos. Além disso, recomenda-se o uso de câmeras com foco manual e ajuste de ISO para evitar distorções ópticas em registros futuros. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
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