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    O que dizem ex-mulher e enteada de servidor morto pela PM em Cuiabá; vídeo

    12 hours ago

    Delegado Bruno Abreu em entrevista à TV Centro América sobre caso de servidor morto em Cuiabá Testemunhas disseram, em depoimento à Polícia Civil, que Valdivino Almeida Fidelis, de 58 anos, morto durante uma ação da Polícia Militar, não apontou uma arma para a cabeça da filha da ex-mulher. A informação foi revelada pelo delegado responsável pela investigação do caso, Bruno Abreu, em entrevista à TV Centro América. A polícia foi até o local após uma denúncia de que a jovem estaria sendo mantida em cárcere privado. O caso ocorreu nessa segunda-feira (11), no bairro Goiabeiras, em Cuiabá, e gerou questionamentos sobre a atuação policial e a dinâmica da ocorrência. Segundo o delegado, os depoimentos indicam que Valdivino abriu a porta da casa segurando um celular em uma das mãos e a chave na outra, enquanto liberava a saída da jovem do imóvel. Ainda conforme o relato das testemunhas, a arma estaria guardada na cintura, por dentro da camisa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp DHPP investiga possível alteração da cena da morte de servidor do Liceu Cuiabano Ainda em entrevista, o delegado disse que as testemunhas afirmaram que Valdivino não estava com a arma na mão no momento em que foi baleado. “A arma dele estava na cintura, por dentro da camisa. Já fazia uns 10 segundos que ele havia colocado lá. Em uma mão, ele estava com o celular; na outra, a chave para abrir a porta”, disse. O delegado informou ainda que Valdivino não teria sido avisado da presença da polícia. PM alega que servidor morto em Cuiabá apontou arma para os policiais Inicialmente, a Polícia Militar informou que, após pularem o muro e realizarem buscas no quintal, os policiais visualizaram, através de uma janela, Valdivino apontando a arma para a cabeça da vítima. Os policiais militares envolvidos na ocorrência ainda serão ouvidos e o caso segue sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Valdivino Almeida Fidelis, de 58 anos, trabalhava na Escola Estadual Liceu Cuiabano Reprodução/Redes sociais
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